{"id":9263,"date":"2016-05-11T17:36:48","date_gmt":"2016-05-11T20:36:48","guid":{"rendered":"https:\/\/www.dentalpress.com.br\/portal\/?p=9263"},"modified":"2016-05-11T17:36:48","modified_gmt":"2016-05-11T20:36:48","slug":"confeccao-e-instalacao-do-sky-hook","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/confeccao-e-instalacao-do-sky-hook\/","title":{"rendered":"Confec\u00e7\u00e3o e instala\u00e7\u00e3o do Sky Hook"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">Laurindo Zanco Furquim *<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nos casos de Classe III, principalmente naqueles com defici\u00eancia maxilar, o protocolo de tratamento, geralmente eleito, \u00e9 a protra\u00e7\u00e3o maxilar realizada ap\u00f3s a expans\u00e3o. A sobrecorre\u00e7\u00e3o transversal e a aplica\u00e7\u00e3o de for\u00e7as anteriores de grande magnitude parecem ser as chaves do sucesso. A aplica\u00e7\u00e3o destas for\u00e7as n\u00e3o seriam suficientemente eficientes quando aplicadas com m\u00e1scara facial. A mentoneira oferece maior conforto ao paciente e, portanto, maior aceita\u00e7\u00e3o. Por\u00e9m, a utiliza\u00e7\u00e3o destas for\u00e7as, de grande magnitude, devem receber, por parte do ortodontista, cuidados especiais. O sistema adotado deve estar em equil\u00edbrio e algumas regras devem ser obedecidas. Esta dica cl\u00ednica objetiva sugerir alguns cuidados na utiliza\u00e7\u00e3o deste importante recurso cl\u00ednico.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>INTRODU\u00c7\u00c3O:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em entrevista, publicada pela Revista Dental Press de <a href=\"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/excelencia-em-ortodontia-2\/\">Ortodontia<\/a> e Ortopedia Facial, volume 6, n\u00famero 1 de Janeiro\/ Fevereiro de 20011 , Dr. Andrew Haas foi questionado pelo Dr. Leopoldino Capelozza:<em> \u201cNo \u00faltimo congresso da AAO (Chicago 2000), o senhor apresentou os melhores resultados que j\u00e1 vi no tratamento da m\u00e1 oclus\u00e3o Classe III com expans\u00e3o r\u00e1pida e tra\u00e7\u00e3o da maxila. Quais fatores o senhor considera respons\u00e1veis por tanta diferen\u00e7a entre os ganhos obtidos com sua abordagem e aqueles descritos na literatura?\u201d Resposta do Dr. Haas: \u201cA diferen\u00e7a mais significativa entre meus casos e a maioria daqueles publicados na literatura \u00e9 que eu uso for\u00e7as de protra\u00e7\u00e3o de elevada magnitude (at\u00e9 2400g por lado) por um per\u00edodo de tempo (4 a 6 meses) em que os ossos est\u00e3o sendo movidos, enquanto que, na maioria das publica\u00e7\u00f5es, for\u00e7as relativamente leves s\u00e3o utilizadas por per\u00edodos mais longos, de tal maneira que ocorrem menos altera\u00e7\u00f5es esquel\u00e9ticas e mais altera\u00e7\u00f5es dentoalveolares. Nunca usei m\u00e1scara facial para protrair. Utilizo mentoneira de protra\u00e7\u00e3o, a qual inventei e ilustrei na publica\u00e7\u00e3o de 19702 . os pacientes demonstram excelente aceita\u00e7\u00e3o desses n\u00edveis de for\u00e7a com a mentoneira. Questiono se algum paciente toleraria essas for\u00e7as com m\u00e1scara facial em seu design atual. Na apresenta\u00e7\u00e3o que voc\u00ea menciona, demonstro altera\u00e7\u00f5es, na avalia\u00e7\u00e3o Wits, de 8-16mm num per\u00edodo de 4-8 meses. Naqueles estudos, estou familiarizado com a literatura que mostra altera\u00e7\u00f5es de 1-3mm.\u201d<\/em> Ap\u00f3s esta entrevista, de grande repercuss\u00e3o no meio ortod\u00f4ntico, aumentou o interesse na utiliza\u00e7\u00e3o da mentoneira como recurso para a protra\u00e7\u00e3o maxilar. Esta dica cl\u00ednica tem como objetivo contribuir com a pr\u00e1tica cl\u00ednica na utiliza\u00e7\u00e3o deste importante recurso mec\u00e2nico. Nos casos de Classe III, principalmente naqueles com defici\u00eancia maxilar, o protocolo de tratamento, geralmente eleito, \u00e9 a protra\u00e7\u00e3o maxilar realizada ap\u00f3s a expans\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A sobrecorre\u00e7\u00e3o transversal e a aplica\u00e7\u00e3o de for\u00e7as anteriores de grande magnitude parecem ser as chaves do sucesso. Para liberar for\u00e7as de grande magnitude, que sejam confort\u00e1veis e bem aceitas pelo paciente, a mentoneira deve ser confeccionada e instalada obedecendo algumas regras.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>MOLDAGEM:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Utiliza-se para a moldagem 3 placas de cera rosa n\u00famero sete. Duas placas s\u00e3o paralelamente superpostas com aproximadamente 2cm uma sobre a outra (Fig. 1-2). A terceira placa deve ser colocada, como refor\u00e7o, embaixo\u00a0das outras duas, no sentido transversal (Fig. 03). Este conjunto de placas de ceras, ap\u00f3s a adapta\u00e7\u00e3o no queixo do paciente servir\u00e1 de \u201cmoldeira\u201d(Fig. 4). Utilizando-se o alginato, a moldagem deve abranger mento, suco mento labial, l\u00e1bio inferior e superior (Fig. 5, 6, 7, 8). A moldagem dos l\u00e1bios servir\u00e1 como refer\u00eancia para a confec\u00e7\u00e3o dos ganchos do Sky Hook (Fig. 9). Ap\u00f3s a moldagem utiliza-se gesso comum para o \u201cvazamento\u201de a reprodu\u00e7\u00e3o da parte inferior da face do paciente (Fig. 10).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-9264\" src=\"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/Captura-de-Tela-2016-05-11-a\u0300s-11.41.12.png\" alt=\"Captura de Tela 2016-05-11 a\u0300s 11.41.12\" width=\"515\" height=\"437\" srcset=\"\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/Captura-de-Tela-2016-05-11-a\u0300s-11.41.12.png 515w, \/wp-content\/uploads\/2016\/05\/Captura-de-Tela-2016-05-11-a\u0300s-11.41.12-300x255.png 300w\" sizes=\"(max-width: 515px) 100vw, 515px\" \/> <img decoding=\"async\" class=\"alignright size-large wp-image-9265\" src=\"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/Captura-de-Tela-2016-05-11-a\u0300s-11.41.23.png\" alt=\"Captura de Tela 2016-05-11 a\u0300s 11.41.23\" width=\"783\" height=\"433\" srcset=\"\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/Captura-de-Tela-2016-05-11-a\u0300s-11.41.23.png 783w, \/wp-content\/uploads\/2016\/05\/Captura-de-Tela-2016-05-11-a\u0300s-11.41.23-300x166.png 300w, \/wp-content\/uploads\/2016\/05\/Captura-de-Tela-2016-05-11-a\u0300s-11.41.23-768x425.png 768w, \/wp-content\/uploads\/2016\/05\/Captura-de-Tela-2016-05-11-a\u0300s-11.41.23-585x324.png 585w\" sizes=\"(max-width: 783px) 100vw, 783px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><!--more-->\u00a0Leia o artigo em PDF na \u00edntegra, clicando <a href=\"https:\/\/goo.gl\/fUQf34\">aqui<\/a>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Laurindo Zanco Furquim * Resumo: Nos casos de Classe III, principalmente naqueles com defici\u00eancia maxilar, o protocolo de tratamento, geralmente eleito, \u00e9 a protra\u00e7\u00e3o maxilar realizada ap\u00f3s a expans\u00e3o. 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