{"id":5967,"date":"2015-03-06T13:03:28","date_gmt":"2015-03-06T16:03:28","guid":{"rendered":"https:\/\/www.dentalpress.com.br\/portal\/?p=5967"},"modified":"2015-07-13T08:31:27","modified_gmt":"2015-07-13T11:31:27","slug":"estudo-relaciona-dor-estimativa-vida-casos-cancer","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/estudo-relaciona-dor-estimativa-vida-casos-cancer\/","title":{"rendered":"Estudo relaciona dor com estimativa de vida em casos de c\u00e2ncer"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/Cncer-de-Cabea-e-Pescoo.jpg\"><img decoding=\"async\" class=\"alignleft  wp-image-5968\" style=\"margin-left: 10px; margin-right: 10px;\" alt=\"Cncer-de-Cabea-e-Pescoo\" src=\"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/Cncer-de-Cabea-e-Pescoo-300x203.jpg\" width=\"270\" height=\"183\" srcset=\"\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/Cncer-de-Cabea-e-Pescoo-300x203.jpg 300w, \/wp-content\/uploads\/2015\/03\/Cncer-de-Cabea-e-Pescoo.jpg 400w\" sizes=\"(max-width: 270px) 100vw, 270px\" \/><\/a>Pesquisadores da Universidade do Texas, nos Estados Unidos, descobriram que a intensidade da <a href=\"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/curso-de-aperfeicoamento-em-dtm-dor-orofacial-e-apneia-do-sono\/\">dor<\/a> pode ser um indicador independente de sobreviv\u00eancia em casos de c\u00e2ncer de cabe\u00e7a e pesco\u00e7o. Um estudo feito com 2340 pacientes verificou que a taxa de sobreviv\u00eancia, ap\u00f3s cinco anos, variou significativamente de acordo com a intensidade da dor.<\/p>\n<p>A taxa de sobreviv\u00eancia em pacientes com carcinoma escamoso da cabe\u00e7a e pesco\u00e7o varia de acordo com a extens\u00e3o da doen\u00e7a, fatores comportamentais e socioecon\u00f4micos. Para averiguar em que extens\u00e3o a dor pr\u00e9-tratamento influ\u00eancia a taxa de sobreviv\u00eancia, pediu-se aos participantes do estudo que avaliassem sua dor inicial provocada pelo c\u00e2ncer.<\/p>\n<p>De acordo com os pesquisadores, a dor mais severa era a dos pacientes com c\u00e2ncer oral (20%). Entre os pacientes com c\u00e2ncer oral, 52% daqueles sem dor intensa antes do tratamento ainda estavam vivos ap\u00f3s cinco anos, enquanto s\u00f3 31% daqueles que tinham dores intensas estavam vivos ap\u00f3s esse per\u00edodo. Resultados semelhantes foram alcan\u00e7ados para pacientes com c\u00e2ncer de faringe, 53% em compara\u00e7\u00e3o a 33%.<\/p>\n<p>O estudo concluiu que a severidade da dor pr\u00e9-tratamento em pacientes com c\u00e2ncer de cabe\u00e7a e pesco\u00e7o \u00e9 um fator independente de progn\u00f3stico de sobreviv\u00eancia. Consequentemente, a dor relatada antes do tratamento dever\u00e1 ser considerada para entender as expectativas de sobreviv\u00eancia, e pacientes com dores severas devem ser monitorados e esses sintomas prontamente tratados.<\/p>\n<p>O c\u00e2ncer de cabe\u00e7a e pesco\u00e7o \u00e9 a neoplastia maligna mais comum do mundo. De acordo com o National Cancer Institute, a estimativa era que mais de 42 mil novos casos estimados de c\u00e2ncer fossem diagnosticados nos EUA at\u00e9 o fim de 2014 (a pesquisa foi publicada em outubro do ano passado), e que cerca de 8,4 mil morreriam em consequ\u00eancia da doen\u00e7a.<\/p>\n<p>O estudo \u201cSurvival Patterns in Squamous Cell Carcinoma of the Head and Neck: Pain as an Independent Prognostic Factor for Survival\u201d foi publicado na edi\u00e7\u00e3o de outubro do Journal of Pain. A vers\u00e3o completa do artigo est\u00e1 dispon\u00edvel <a href=\"http:\/\/www.jpain.org\/article\/S1526-5900(14)00816-5\/fulltext\" target=\"_blank\">online<\/a>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pesquisadores da Universidade do Texas, nos Estados Unidos, descobriram que a intensidade da dor pode ser um indicador independente de sobreviv\u00eancia em casos de c\u00e2ncer de cabe\u00e7a e pesco\u00e7o. 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