{"id":4440,"date":"2017-03-13T14:00:31","date_gmt":"2017-03-13T17:00:31","guid":{"rendered":"https:\/\/www.dentalpress.com.br\/portal\/?p=4440"},"modified":"2017-03-27T11:10:05","modified_gmt":"2017-03-27T14:10:05","slug":"perda-mini-implantes-local-fixacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/perda-mini-implantes-local-fixacao\/","title":{"rendered":"Por que se perdem os mini-implantes: valorizando a escolha do local de fixa\u00e7\u00e3o!"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">As perdas de mini-implantes est\u00e3o quase sempre relacionadas aos aspectos f\u00edsicos e mec\u00e2nicos decorrentes de uma escolha inadequada do local de inser\u00e7\u00e3o. Deve se destacar que:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>a)<\/strong> As cristas \u00f3sseas alveolares interdent\u00e1rias t\u00eam flex\u00e3o e se deformam, e podem n\u00e3o oferecer ancoragem t\u00e3o absoluta. Quanto mais cervicais, as estruturas s\u00e3o mais delicadas e oferecem menos suporte f\u00edsico para os mini-implantes;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>b)<\/strong> as cristas \u00f3sseas alveolares triangulares se deformam mais, e as retangulares s\u00e3o menos flex\u00edveis;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong> c)<\/strong> as bases do processo alveolar nos corpos da maxila e mand\u00edbula n\u00e3o t\u00eam capacidade flexiva, e seu volume e estruturas s\u00e3o maiores, logo, s\u00e3o mais receptivas para mini-implantes;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong> d)<\/strong> quanto mais pr\u00f3ximo da cervical se coloca um mini-implante, maior \u00e9 o risco de se perd\u00ea-lo; quanto mais apical se coloca o mini-implante, melhor \u00e9 o seu progn\u00f3stico;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong> e)<\/strong> avaliar a regi\u00e3o tridimensionalmente representa um passo fundamental no planejamento do uso de mini-implantes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com base nessas considera\u00e7\u00f5es, as hip\u00f3teses para a perda de mini-implantes s\u00e3o:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">1) Deflex\u00e3o do processo alveolar da maxila e mand\u00edbula, quando fixados em posi\u00e7\u00f5es mais cervicais; 2) proximidade com o ligamento periodontal e o movimento dent\u00e1rio intra-alveolar normal; 3) densidade \u00f3ssea menor, pouca espessura e menor volume \u00f3sseo alveolar; 4) espessura menor da cortical \u00f3ssea alveolar; 5) press\u00e3o excessiva, induzindo microfraturas \u00f3sseas trabeculares; 6) locais de maior fragilidade anat\u00f4mica mandibular e maxilar; 7) espessura maior do tecido <a href=\"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/imersao-em-correcao-de-sorriso-gengival\/\">gengival<\/a> n\u00e3o considerada na escolha do mini-implante.<\/p>\n<p><b>Palavras-chave:<\/b> Mini-implantes. Ancoragem absoluta. Microparafusos. Dispositivos de ancoragem tempor\u00e1ria.<\/p>\n<h2><strong>Introdu\u00e7\u00e3o:\u00a0<\/strong><strong>O que interessa \u00e9 o imbricamento mec\u00e2nico!<\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nos implantes dent\u00e1rios, conceitualmente, se requeriam meses para instala\u00e7\u00e3o das coroas e restabelecimento funcional, pois acreditava-se que as c\u00e9lulas demoravam semanas ou meses para colonizar a superf\u00edcie implantar, produzir matriz e mineraliz\u00e1-la em uma eficiente integra\u00e7\u00e3o \u00f3ssea. O conhecimento evoluiu e se pode, quase que imediatamente, aplicar carga funcional sobre os implantes instalados, desde que imbricados mecanicamente na estrutura \u00f3ssea mineralizada preexistente. A adequada adapta\u00e7\u00e3o mec\u00e2nica, ou imbricamento, entre a superf\u00edcie implantar e \u00f3ssea \u00e9 suficiente para suportar for\u00e7as mastigat\u00f3rias, enquanto simultaneamente ocorre a gradativa osseointegra\u00e7\u00e3o. O tipo de osso e a situa\u00e7\u00e3o cl\u00ednica ditar\u00e3o a indica\u00e7\u00e3o desse tipo de <a href=\"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/curso-de-aperfeicoamento-em-protese-sobre-implante-mais-protese-fixa\/\">implante<\/a> dent\u00e1rio com carga imediata.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A ancoragem absoluta no tratamento ortod\u00f4ntico pode ser obtida com mini-implantes<sup>2<\/sup> ou miniplacas<sup>9<\/sup>, desde que aplicados em \u00e1reas com cortical \u00f3ssea minimamente espessa e osso trabecular relativamente denso. As espiras dos mini-implantes devem estar \u201cencaixadas\u201d ou perfeitamente adaptadas ao osso onde foram inseridos, para dar estabilidade e suportar quase que imediatamente a aplica\u00e7\u00e3o de for\u00e7as. Os mini-implantes tamb\u00e9m s\u00e3o denominados microimplantes, microparafusos e pinos de ancoragem, e fazem parte dos dispositivos de ancoragem tempor\u00e1ria (DAT).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Alguns profissionais indicam que as for\u00e7as possam ser aplicadas at\u00e9 tr\u00eas dias ap\u00f3s a instala\u00e7\u00e3o do mini-implante, outros recomendam a espera de 21 ou 40 dias. No conceito de aplica\u00e7\u00e3o de carga imediata em implantes, o tempo de espera nos casos de mini-implantes para ancoragem absoluta pode ser bem pequeno\u00a0\u2014\u00a0a rigor, poderia ser imediatamente<sup>3,12<\/sup>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na escolha da \u00e1rea para a instala\u00e7\u00e3o dos mini-implantes, \u00e9 fundamental considerar a espessura do osso cortical e a densidade do trabeculado, mas tamb\u00e9m \u00e9 igualmente importante a escolha do material, a t\u00e9cnica cir\u00fargica e o cuidado do paciente com a higiene, al\u00e9m do controle por parte do profissional<sup>7<\/sup>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nos mini-implantes para ancoragem absoluta em <a href=\"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/excelencia-em-ortodontia-2\/\">Ortodontia<\/a>, o mecanismo principal de sua efici\u00eancia est\u00e1 na adapta\u00e7\u00e3o mec\u00e2nica, ou imbricamento, \u00e0 estrutura \u00f3ssea mineralizada previamente estabelecida. Ap\u00f3s algumas semanas ou meses, a osseointegra\u00e7\u00e3o, representada pela coloniza\u00e7\u00e3o celular e forma\u00e7\u00e3o \u00f3ssea na superf\u00edcie dos mini-implantes, ter\u00e1 import\u00e2ncia secund\u00e1ria, pois estar\u00e1 no tempo de remov\u00ea-los, j\u00e1 que cumpriram seu papel de ancoragem ortod\u00f4ntica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na <a href=\"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/excelencia-em-implantodontia-2\/\">Implantodontia<\/a>, a osseointegra\u00e7\u00e3o representa a ess\u00eancia de sua Biologia e sucesso no restabelecimento da est\u00e9tica e fun\u00e7\u00e3o de <a href=\"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/curso-de-aperfeicoamento-em-cirurgia-de-dentes-retidos\/\">dentes<\/a> perdidos; assim sendo, adapta\u00e7\u00e3o mec\u00e2nica serve para suportar as cargas imediatas nas primeiras semanas e meses. Na Ortodontia, a adapta\u00e7\u00e3o mec\u00e2nica \u00e9 a ess\u00eancia que justifica o uso dos mini-implantes para ancoragem absoluta, e a osseointegra\u00e7\u00e3o \u00e9 secund\u00e1ria e tardia. O tempo de tratamento ortod\u00f4ntico com o uso de mini-implantes se reduz em 30% na m\u00e9dia geral, al\u00e9m disso, esses dispositivos possibilitam a realiza\u00e7\u00e3o de movimentos ortod\u00f4nticos sem produzir efeitos colaterais a outros dentes da arcada dent\u00e1ria<sup>2<\/sup>.<\/p>\n<h3><strong>Caracter\u00edsticas dos mini-implantes e\u00a0as consequ\u00eancias mais comuns<\/strong><\/h3>\n<p style=\"text-align: justify;\">A osseointegra\u00e7\u00e3o nos mini-implantes pode dificultar sua remo\u00e7\u00e3o, aumentando o risco de fratura. Por essa raz\u00e3o, a liga met\u00e1lica de tit\u00e2nio que os comp\u00f5e tem grau de pureza V. Em 2007, Vannet et al.<sup>11<\/sup> posicionaram mini-implantes em c\u00e3es e, de maneira exemplar, determinaram histomorfometricamente que a osseointegra\u00e7\u00e3o parcial ocorria em todos os esp\u00e9cimes ap\u00f3s 6 meses de ancoragem esquel\u00e9tica. Em \u00e1reas de osso pouco denso e corticais mais finas, a osseointegra\u00e7\u00e3o dos mini-implantes pode ser necess\u00e1ria. Para esses casos, a liga de tit\u00e2nio utilizada tem grau de pureza IV, e a superf\u00edcie sofre ataque \u00e1cido duplo, para aumentar a superf\u00edcie de contato.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A forma e o comprimento das espiras s\u00e3o fundamentais para a fixa\u00e7\u00e3o dos mini-implantes. A resist\u00eancia a for\u00e7as de fratura pode ser aumentada com o <i>design<\/i> c\u00f4nico e com espiras apropriadas para a autoperfura\u00e7\u00e3o. Essas caracter\u00edsticas auxiliam na dissipa\u00e7\u00e3o das for\u00e7as de compress\u00e3o das estruturas \u00f3sseas adjacentes ao mini-implante, no ato da instala\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A t\u00e9cnica de coloca\u00e7\u00e3o de mini-implantes pode ser simples em m\u00e3os habilitadas e com mentes preparadas, mas pode oferecer riscos quando equivocadamente planejada e executada. Para Kyung et al.<sup>6<\/sup> e Reynders et al.<sup>7,8<\/sup>, o sucessodo uso de mini-implantes depende dos seguintes fatores: habilidade do cirurgi\u00e3o, condi\u00e7\u00e3o do paciente, sele\u00e7\u00e3o do local adequado, estabilidade inicial, mec\u00e2nica ortod\u00f4ntica, tipo de mini-implante e higiene bucal. As\u00a0complica\u00e7\u00f5es e acidentes mais frequentes s\u00e3o o contato com as ra\u00edzes dent\u00e1rias vizinhas (Fig.\u00a01), a mucosite (Fig.\u00a02), a contamina\u00e7\u00e3o (Fig.\u00a03) e as fraturas dos mini-implantes durante sua instala\u00e7\u00e3o (Fig.\u00a04) ou remo\u00e7\u00e3o. Outros autores salientaram que a intensidade da inflama\u00e7\u00e3o nos tecidos moles ao redor do mini-implante pode ser considerada potencial fator de complica\u00e7\u00e3o para os DATs, contribuindo para a perda de sua estabilidade<sup>4,5,10<\/sup>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No entanto, uma das mais frustrantes consequ\u00eancias dos mini-implantes \u00e9 sua perda durante o uso como ancoragem absoluta: se deslocam e se soltam do local em que foram instalados (Fig.\u00a05). V\u00e1rias hip\u00f3teses procuram explicar o \u00edndice de at\u00e9 20% de perda de mini-implantes durante o tratamento ortod\u00f4ntico. Procuraremos, no presente trabalho, discorrer sobre as teorias mais plaus\u00edveis, com base na extrapola\u00e7\u00e3o dos conhecimentos biol\u00f3gicos e cl\u00ednicos j\u00e1 acumulados na Implantodontia, adaptando-os aos mini-implantes e \u00e0 ancoragem absoluta ortod\u00f4ntica.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2014\/04\/dpjo_v19_n02_18fig_01_2_3.jpg\" xlink=\"href\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-4451 aligncenter\" src=\"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2014\/04\/dpjo_v19_n02_18fig_01_2_3.jpg\" alt=\"dpjo_v19_n02_18fig_01_2_3\" width=\"800\" height=\"212\" srcset=\"\/wp-content\/uploads\/2014\/04\/dpjo_v19_n02_18fig_01_2_3.jpg 800w, \/wp-content\/uploads\/2014\/04\/dpjo_v19_n02_18fig_01_2_3-300x79.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2014\/04\/dpjo_v19_n02_18fig_04.jpg\" xlink=\"href\"><img decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-4452 aligncenter\" src=\"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2014\/04\/dpjo_v19_n02_18fig_04.jpg\" alt=\"dpjo_v19_n02_18fig_04\" width=\"800\" height=\"215\" srcset=\"\/wp-content\/uploads\/2014\/04\/dpjo_v19_n02_18fig_04.jpg 800w, \/wp-content\/uploads\/2014\/04\/dpjo_v19_n02_18fig_04-300x80.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><\/a><a href=\"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2014\/04\/dpjo_v19_n02_18fig_05.jpg\" xlink=\"href\"><img decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-4453\" src=\"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2014\/04\/dpjo_v19_n02_18fig_05.jpg\" alt=\"dpjo_v19_n02_18fig_05\" width=\"400\" height=\"288\" srcset=\"\/wp-content\/uploads\/2014\/04\/dpjo_v19_n02_18fig_05.jpg 400w, \/wp-content\/uploads\/2014\/04\/dpjo_v19_n02_18fig_05-300x216.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 400px) 100vw, 400px\" \/><\/a><\/p>\n<h2 style=\"text-align: justify;\"><strong>Hip\u00f3teses para explicar a perda de\u00a0mini-implantes na ancoragem absoluta ortod\u00f4ntica<\/strong><\/h2>\n<h5 style=\"text-align: justify;\"><strong>1)<\/strong> Deflex\u00e3o do processo alveolar da maxila e mand\u00edbula, e deslocamento mini-implantar: quanto mais apical o posicionamento, melhor!<\/h5>\n<p style=\"text-align: justify;\">O processo alveolar representa a extens\u00e3o \u00f3ssea, da maxila e da mand\u00edbula, que suporta os dentes. Suas espessuras vestibular e lingual s\u00e3o relativamente fr\u00e1geis e suas estruturas est\u00e3o em continuidade com o corpo ou parte principal da maxila e mand\u00edbula. No contexto bucal, a\u00a0maior parte do processo alveolar, em termos de volume, est\u00e1 representada pelas ra\u00edzes dent\u00e1rias.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Durante a movimenta\u00e7\u00e3o ortod\u00f4ntica se releva e se considera que parte das for\u00e7as aplicadas nos dentes promovem deflex\u00e3o \u00f3ssea alveolar. Da mesma forma, na ancoragem oferecida pelos mini-implantes essa deflex\u00e3o tamb\u00e9m deve ocorrer, e esse fen\u00f4meno pode dificultar ou eliminar o imbricamento mec\u00e2nico preciso que deve existir entre o mini-implante e a estrutura \u00f3ssea, podendo resultar em deslocamento e perda do mini-implante.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para que a perda do mini-implante n\u00e3o ocorra em fun\u00e7\u00e3o da deflex\u00e3o \u00f3ssea alveolar, esse deve ser colocado o mais pr\u00f3ximo da parte mais basal do processo alveolar, ou seja, na parte correspondente ao ter\u00e7o apical das ra\u00edzes. Nessa regi\u00e3o, o volume \u00f3sseo, a espessura das corticais e a maior densidade e espessura das trab\u00e9culas impedem que ocorram movimentos estruturais resultantes da deflex\u00e3o \u00f3ssea. Entretanto, clinicamente, isso nem sempre \u00e9 poss\u00edvel, pois o mini-implante deve ser preferencialmente implantado em gengiva inserida, propiciando maior conforto ao paciente (Fig.\u00a06)<sup>2<\/sup>.<\/p>\n<h5 style=\"text-align: justify;\"><strong>2)<\/strong> Proximidade com o ligamento periodontal e o movimento dent\u00e1rio intra-alveolar normal: a cada movimento, haver\u00e1 les\u00f5es estruturais e inflama\u00e7\u00e3o!<\/h5>\n<p style=\"text-align: justify;\">O ligamento periodontal constitui-se em uma membrana de tecido conjuntivo fibroso com 50% de seu volume formado por vasos sangu\u00edneos, e apresenta uma espessura m\u00e9dia de 0,25mm. A todo momento o dente entra e sai do alv\u00e9olo durante a mastiga\u00e7\u00e3o, oclus\u00e3o, degluti\u00e7\u00e3o e outras fun\u00e7\u00f5es. Esses movimentos intra-alveolares s\u00e3o amortecidos e limitados pelos feixes de fibras col\u00e1genas e el\u00e1sticas periodontais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A proximidade ou rela\u00e7\u00e3o direta do mini-implante representa um contato e atrito entre uma parte m\u00f3vel \u2014\u00a0o dente\u00a0\u2014 e uma parte fixa (Fig.\u00a07), promovendo rompimento de vasos, c\u00e9lulas e fibras, e instala\u00e7\u00e3o de um constante e renovado est\u00edmulo \u00e0 inflama\u00e7\u00e3o do local, o que resulta em reabsor\u00e7\u00e3o \u00f3ssea peri-implantar e perda de seu imbricamento mec\u00e2nico.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Um contato direto ou proximidade exagerada entre o mini-implante e o dente n\u00e3o deve existir, em fun\u00e7\u00e3o do movimento dent\u00e1rio, e n\u00e3o em fun\u00e7\u00e3o do mini-implante. Do ponto de vista presencial e de sua composi\u00e7\u00e3o, os mini-implantes n\u00e3o s\u00e3o agressivos para os tecidos. Quando colocados entre os dentes, deve-se resguardar espa\u00e7o m\u00ednimo de 1mm entre o mini-implante e as ra\u00edzes de ambos os lados.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2014\/04\/dpjo_v19_n02_18fig_06_7.jpg\" xlink=\"href\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-4454 aligncenter\" src=\"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2014\/04\/dpjo_v19_n02_18fig_06_7.jpg\" alt=\"dpjo_v19_n02_18fig_06_7\" width=\"800\" height=\"301\" srcset=\"\/wp-content\/uploads\/2014\/04\/dpjo_v19_n02_18fig_06_7.jpg 800w, \/wp-content\/uploads\/2014\/04\/dpjo_v19_n02_18fig_06_7-300x112.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><\/a><\/p>\n<h5><strong>3)<\/strong> Densidade \u00f3ssea menor, pouca espessura e menor volume \u00f3sseo alveolar<\/h5>\n<p style=\"text-align: justify;\">O imbricamento mec\u00e2nico essencial para que o mini-implante ofere\u00e7a ancoragem absoluta requer estrutura \u00f3ssea consistente, a partir de cortical espessa, e densidade de osso esponjoso, com trab\u00e9culas espessas e numerosas. Nos processos alveolares, as corticais tendem a ser mais finas quanto mais cervical for a regi\u00e3o, da mesma forma a espessura e densidade trabeculares.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A escolha do local para a fixa\u00e7\u00e3o dos mini-implantes \u00e9 um fator cr\u00edtico para o sucesso da ancoragem absoluta. O estrutura \u00f3ssea vestibular e lingual do processo alveolar \u00e9 muito delicada e pouco espessa; entre as ra\u00edzes, o osso trabecular pode se entender mais profundamente, mas a delicadeza de sua conforma\u00e7\u00e3o estrutural continua. Em suma, quanto mais para apical se colocar o mini-implante, mais estruturas resistentes estar\u00e3o \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o dos mini-implantes, como corticais mais espessas e osso esponjoso mais denso e volumoso. A\u00a0implanta\u00e7\u00e3o de mini-implantes em \u00e1reas pr\u00f3ximas a exodontias dent\u00e1rias recentes representa dificuldade t\u00e9cnica e risco de perda, devido ao pouco volume e qualidade inadequada do osso (Fig.\u00a08).<\/p>\n<h5><strong>4)<\/strong> Espessura menor da cortical \u00f3ssea alveolar<\/h5>\n<p style=\"text-align: justify;\">A cortical \u00f3ssea alveolar, nas partes mais superiores da maxila e inferiores da mand\u00edbula, tem uma espessura muito maior. As v\u00e1rias camadas de osso denso das corticais e em continuidade \u00e0s numerosas trab\u00e9culas que partem dessas corticais oferecem aporte f\u00edsico decorrente do imbricamento com os mini-implantes. \u00c0\u00a0medida que se aproxima das cristas \u00f3sseas alveolares, as corticais tornam-se mais delgadas, e, nas partes sobre os dentes, podem at\u00e9 apresentar deisc\u00eancias e fenestra\u00e7\u00f5es, com grande frequ\u00eancia. Novamente, sendo propositadamente repetitivo, quanto mais para a regi\u00e3o apical for feita a fixa\u00e7\u00e3o dos mini-implantes, maior ser\u00e1 a chance de sucesso para ancoragem absoluta. Por outro lado, mesmo diante dessas considera\u00e7\u00f5es, vale ressaltar que a instala\u00e7\u00e3o do mini-implante em gengiva livre pode causar inflama\u00e7\u00f5es e edema, em fun\u00e7\u00e3o da movimenta\u00e7\u00e3o tecidual (Fig.\u00a09).<\/p>\n<h5><strong>5)<\/strong> Press\u00e3o excessiva e microfraturas \u00f3sseas trabeculares<\/h5>\n<p style=\"text-align: justify;\">Muito embora existam chaves para se exercer for\u00e7as relativamente padronizadas no momento da coloca\u00e7\u00e3o dos mini-implantes, essas chaves sofrem press\u00e3o manual do operador durante os procedimentos, e uma sobrecarga pode ser aplicada. O excesso de for\u00e7as no momento do imbricamento mec\u00e2nico dos mini-implantes sobre a estrutura \u00f3ssea perif\u00e9rica e subjacente pode levar a microfraturas trabeculares, micro-hemorragias perif\u00e9ricas e impercept\u00edveis, assim como a \u00e1reas de necrose, com a morte de osteoblastos e oste\u00f3citos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Sem essas c\u00e9lulas, as trabeculares, e mesmo a cortical, tendem a ser reabsorvidas pelo processo inflamat\u00f3rio que se inicia ao redor dos mini-implantes, podendo resultar em sua perda de fixa\u00e7\u00e3o. Para evitar press\u00e3o excessiva sobre o osso alveolar durante a implanta\u00e7\u00e3o do mini-implante, o profissional deve aplicar leve press\u00e3o at\u00e9 ocorrer o imbricamento inicial e, em seguida, somente girar a chave no sentido da rosca, at\u00e9 que a plataforma do mini-implante encoste no tecido gengival.<a href=\"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2014\/04\/dpjo_v19_n02_18fig_08_9.jpg\" xlink=\"href\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-4455 aligncenter\" src=\"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2014\/04\/dpjo_v19_n02_18fig_08_9.jpg\" alt=\"dpjo_v19_n02_18fig_08_9\" width=\"800\" height=\"302\" srcset=\"\/wp-content\/uploads\/2014\/04\/dpjo_v19_n02_18fig_08_9.jpg 800w, \/wp-content\/uploads\/2014\/04\/dpjo_v19_n02_18fig_08_9-300x113.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><\/a><\/p>\n<h5><strong>6)<\/strong> Locais de maior fragilidade anat\u00f4mica mandibular e maxilar<\/h5>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na maxila e mand\u00edbula se inserem muitos m\u00fasculos e tend\u00f5es, assim como suportam os dentes e tecidos moles relacionados \u00e0 fun\u00e7\u00e3o da cabe\u00e7a e pesco\u00e7o. Os ossos maxilares est\u00e3o submetidos, ainda, a processos inflamat\u00f3rios e reacionais associados \u00e0 doen\u00e7a periodontal, erup\u00e7\u00e3o dent\u00e1ria, bruxismo, mastiga\u00e7\u00e3o, etc.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A pr\u00f3pria anatomia normal da maxila e mand\u00edbula resulta em \u00e1reas muito diferentes quanto \u00e0 espessura, densidade, volume e organiza\u00e7\u00e3o de suas estruturas. Nos humanos, a maxila e a mand\u00edbula variam muito em volume, densidade e organiza\u00e7\u00e3o de suas estruturas \u00f3sseas, tamb\u00e9m para se adequar a cada situa\u00e7\u00e3o espec\u00edfica de cada pessoa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Algumas regi\u00f5es, como por exemplo o tr\u00edgono retromolar, o tri\u00e2ngulo formado pelas duas corticais espessas \u00e0 distal do segundo ou terceiro molar tendem a ter de um osso muito esponjoso, pouco denso, que provavelmente n\u00e3o suportaria uma ancoragem absoluta. Em caso de necessidade, nesse local os mini-implantes devem ser colocados ou deslocados para suas por\u00e7\u00f5es mais linguais ou vestibulares, que correspondem a corticais muito espessas em toda sua largura e profundidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A anatomia de cada \u00e1rea escolhida para se colocar um mini-implante deve ser criteriosamente analisada, especialmente de forma tridimensional. Na fossa entre o lateral e o canino, a densidade \u00f3ssea e a espessura cortical tendem a ser menores, da mesma forma em locais onde os dentes foram recentemente extra\u00eddos. Em \u00e1reas onde recentemente houve exodontias, a densidade alveolar e as corticais est\u00e3o em remodela\u00e7\u00e3o e readequa\u00e7\u00e3o funcional, e n\u00e3o correspondem a locais ideais para se fixar mini-implantes (Fig.\u00a010).<\/p>\n<h5><strong>7)<\/strong> Espessura maior do tecido gengival n\u00e3o considerada no planejamento<\/h5>\n<p style=\"text-align: justify;\">No planejamento, a escolha do mini-implante adequado deve levar em considera\u00e7\u00e3o a espessura dos tecidos moles gengivais. H\u00e1 de se considerar que, em casos em que essa espessura \u00e9 consideravelmente\u00a0maior, uma alavanca maior ser\u00e1 representada pela parte extra\u00f3ssea do mini-implante. Por sua vez, isso requer uma maior parte do mini-implante em profundidade na estrutura \u00f3ssea subjacente, para compensar essa maior alavanca extra\u00f3ssea; caso esse fator n\u00e3o seja considerado na escolha adequada do <i>design<\/i> do mini-implante, pode favorecer a perda desse, pois a for\u00e7a da ancoragem absoluta pode promover mobilidade da parte \u00f3ssea implantada. Nessas regi\u00f5es, o perfil transmucoso deve ser maior (2 a 4mm), assim como o comprimento do mini-implante, quando poss\u00edvel.<a href=\"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2014\/04\/dpjo_v19_n02_18fig10.jpg\" xlink=\"href\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-4456 aligncenter\" src=\"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2014\/04\/dpjo_v19_n02_18fig10.jpg\" alt=\"dpjo_v19_n02_18fig10\" width=\"800\" height=\"301\" srcset=\"\/wp-content\/uploads\/2014\/04\/dpjo_v19_n02_18fig10.jpg 800w, \/wp-content\/uploads\/2014\/04\/dpjo_v19_n02_18fig10-300x112.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><\/a><\/p>\n<h5 style=\"text-align: justify;\">As bact\u00e9rias da boca, os procedimentos da anestesia e a lancetagem pr\u00e9via poderiam explicar a perda de mini-implantes?<\/h5>\n<p style=\"text-align: justify;\">As bact\u00e9rias que entram nos tecidos e em contato com os mini-implantes durante sua fixa\u00e7\u00e3o est\u00e3o isoladas entre si, em n\u00famero bem pequeno e n\u00e3o suficiente para provocar inflama\u00e7\u00e3o maior do que a induzida pelos procedimentos operat\u00f3rios. Essas bact\u00e9rias isoladas, fora de um contexto de biofilmes microbianos, s\u00e3o logo controladas por fagocitose e destrui\u00e7\u00e3o pelo exsudato e infiltrado inflamat\u00f3rios. Por si s\u00f3, elas n\u00e3o conseguem promover inflama\u00e7\u00e3o e consequente reabsor\u00e7\u00e3o \u00f3ssea que, em poucos dias, promova a perda dos mini-implantes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Essas bact\u00e9rias s\u00e3o as mesmas da doen\u00e7a periodontal e tamb\u00e9m n\u00e3o promovem a mucosite e peri-implantite em implantes dent\u00e1rios convencionais, a n\u00e3o ser que, ao longo do tempo, se organizem em biofilmes microbianos. Em 2013<i>, <\/i>Andruciolli<sup>1<\/sup> avaliou <i>in vivo<\/i> a contamina\u00e7\u00e3o microbiana empregando sondas de DNA para 40 esp\u00e9cies de bact\u00e9rias, por meio da t\u00e9cnica de biologia molecular <i>Checkerboard DNA-DNA hybridization, <\/i>bem como<i> <\/i>a quantidade de endotoxina bacteriana e de citocinas inflamat\u00f3rias presente em mini-implantes que foram perdidos. Concluiu que a contamina\u00e7\u00e3o microbiana e a quantidade de endotoxina nos mini-implantes n\u00e3o atuaram como fatores determinantes para a perda da estabilidade.<\/p>\n<h2><strong>Considera\u00e7\u00f5es finais: A perda de mini-implantes est\u00e1 relacionada ao local em que foram fixados!<\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">As quest\u00f5es biol\u00f3gicas relacionadas \u00e0s c\u00e9lulas e bact\u00e9rias n\u00e3o explicam as perdas dos mini-implantes. Nossas c\u00e9lulas e mecanismos de defesas aceitam muito bem as ligas de tit\u00e2nio, como j\u00e1 revelaram in\u00fameros trabalhos. As bact\u00e9rias s\u00e3o as mesmas da microbiota e, quando entram nos tecidos, s\u00e3o logo debeladas, como as que fazem isso no dia a dia. As perdas dos mini-implantes est\u00e3o, quase sempre, relacionadas aos aspectos f\u00edsicos e mec\u00e2nicos decorrentes de uma escolha inadequada do local e t\u00e9cnica deficiente, como foi descrito anteriormente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Deve-se destacar que:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>1)<\/strong> As cristas \u00f3sseas alveolares interdent\u00e1rias t\u00eam flex\u00e3o e se deformam oferecendo um m\u00ednimo grau de mobilidade nesses locais, e podem n\u00e3o oferecer uma ancoragem t\u00e3o absoluta assim aos mini-implantes. Nas cristas \u00f3sseas alveolares, quanto mais cervicais, as estruturas s\u00e3o mais delicadas e oferecem menor imbricamento mec\u00e2nico para os mini-implantes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>2)<\/strong> As cristas \u00f3sseas alveolares podem ter forma triangular, se deformando com maior facilidade, enquanto as retangulares s\u00e3o menos flex\u00edveis.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>3)<\/strong> As bases do processo alveolar nos corpos da maxila e mand\u00edbula n\u00e3o t\u00eam essa capacidade flexiva, e seu volume e estruturas s\u00e3o ainda maiores, por isso, mais receptivas para os mini-implantes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>4)<\/strong> Quanto mais pr\u00f3ximo da cervical se coloca um mini-implante, maior o risco de se perd\u00ea-lo. Preferencialmente, quanto mais na regi\u00e3o apical se coloca o mini-implante, dentro do poss\u00edvel, melhor \u00e9 seu progn\u00f3stico.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>5)<\/strong> Antes de se aplicar os mini-implantes em uma determinada \u00e1rea, sugere-se avali\u00e1-la tridimensionalmente com radiografias periapicais (pelas t\u00e9cnicas da bissetriz e interproximal), assim como com tomadas oclusais com pel\u00edculas periapicais. Se dispon\u00edvel, a tomografia volum\u00e9trica e seus v\u00e1rios cortes de observa\u00e7\u00e3o e avalia\u00e7\u00e3o pode substituir as tomadas radiogr\u00e1ficas convencionalmente utilizadas.<\/p>\n<p><span style=\"color: #808080;\"><em>\u00bb O(s) paciente(s) que aparece(m) no presente artigo autorizou(aram) previamente a publica\u00e7\u00e3o de suas fotografias faciais e intrabucais, radiografias ou outros exames imaginol\u00f3gicos e informa\u00e7\u00f5es diagn\u00f3sticas.<\/em><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #808080;\"><em>\u00bb Os autores declaram n\u00e3o ter interesses associativos, comerciais, de propriedade ou financeiros, que representem conflito de interesse, nos produtos e companhias descritos nesse artigo.<\/em><\/span><\/p>\n<p><b>Como citar este artigo: <\/b>Consolaro A, Romano FL. Reasons for mini implants failure: choosing installation site should be valued! Dental Press J Orthod. 2014 Mar-Apr;19(2):18-24.<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><b>Endere\u00e7o para correspond\u00eancia: <\/b>Alberto Consolaro<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">E-mail: consolaro@uol.com.br<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Gostou\u00a0deste artigo? Ent\u00e3o n\u00e3o deixe de conferir mais trabalhos\u00a0in\u00e9ditos no Dental Press Journal of Orthodontics, revista oficial da ABOR e do BBO. <span style=\"color: #666699;\"><a style=\"color: #666699;\" target=\"_blank\" href=\"http:\/\/www.dentalcompras.com.br\/produto.php?produto=474-revista-dental-press-journal-of-orthodontics-em-portugues#.WMbdLW8rKzc\" xlink=\"href\"><b>Assine aqui!<\/b><\/a><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/www.dentalcompras.com.br\/produto.php?produto=474-revista-dental-press-journal-of-orthodontics-em-portugues#.WMbdLW8rKzc\" xlink=\"href\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-16435 size-full\" src=\"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/DPJO-V22-N1-newsletter.jpg\" alt=\"\" width=\"774\" height=\"240\" srcset=\"\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/DPJO-V22-N1-newsletter.jpg 774w, \/wp-content\/uploads\/2017\/03\/DPJO-V22-N1-newsletter-300x93.jpg 300w, \/wp-content\/uploads\/2017\/03\/DPJO-V22-N1-newsletter-768x238.jpg 768w, \/wp-content\/uploads\/2017\/03\/DPJO-V22-N1-newsletter-585x181.jpg 585w\" sizes=\"(max-width: 774px) 100vw, 774px\" \/><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As perdas de mini-implantes est\u00e3o quase sempre relacionadas aos aspectos f\u00edsicos e mec\u00e2nicos decorrentes de uma escolha inadequada do local de inser\u00e7\u00e3o. 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