{"id":396,"date":"2013-09-10T15:47:57","date_gmt":"2013-09-10T18:47:57","guid":{"rendered":"http:\/\/bangboo.com.br\/dentalpress\/?p=396"},"modified":"2013-09-10T15:47:57","modified_gmt":"2013-09-10T18:47:57","slug":"avaliacao-do-edta-vinagre-de-maca-e-smearclear-com-e-sem-ativacao-ultrassonica-na-remocao-da-smear-layer-em-diferentes-niveis-do-canal-radicular","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/avaliacao-do-edta-vinagre-de-maca-e-smearclear-com-e-sem-ativacao-ultrassonica-na-remocao-da-smear-layer-em-diferentes-niveis-do-canal-radicular\/","title":{"rendered":"Avalia\u00e7\u00e3o do EDTA, vinagre de ma\u00e7\u00e3 e SmearClear, com e sem ativa\u00e7\u00e3o ultrass\u00f4nica, na remo\u00e7\u00e3o da smear layer em diferentes n\u00edveis do canal radicular"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"color: #993300;\"><strong>Clarissa Teles\u00a0Rodrigues:<\/strong><\/span>\u00a0<span style=\"color: #003366;\">Mestre em <a href=\"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/curso-intensivo-de-endodontia-para-molares\/\">Endodontia<\/a>, FOB\/USP.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #993300;\"><strong>Norberti\u00a0Bernardineli:<\/strong><\/span>\u00a0<span style=\"color: #003366;\">Professor de Endodontia, FOB\/USP.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #993300;\"><strong>Marco Antonio Hungaro\u00a0Duarte:<\/strong><\/span>\u00a0<span style=\"color: #003366;\">Professor de Endodontia, FOB\/USP.<\/span><sup><br \/>\n<\/sup><\/p>\n<p><span style=\"color: #993300;\"><strong>Clovis Monteiro\u00a0Bramante:<\/strong><\/span>\u00a0<span style=\"color: #003366;\">Professor de Endodontia, FOB\/USP.<\/span><sup><br \/>\n<\/sup><\/p>\n<p><span style=\"color: #993300;\"><strong>Flaviana Bombarda de\u00a0Andrade:<\/strong><\/span>\u00a0<span style=\"color: #003366;\">Professor de Endodontia, FOB\/USP.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Resumo<\/b><\/p>\n<p>Objetivo: avaliar, in vitro, a efic\u00e1cia do EDTA, do vinagre de ma\u00e7\u00e3 e do SmearClear, com e sem ativa\u00e7\u00e3o ultrass\u00f4nica, na remo\u00e7\u00e3o da smear layer. M\u00e9todos: setenta caninos extra\u00eddos foram aleatoriamente divididos em oito grupos e preparados utilizando-se instrumentos ProTaper. O protocolo de irriga\u00e7\u00e3o final utilizado foi: Grupo 1 (controle) (SF) e Grupo 2 (controle) (SFUS) \u2013 soro fisiol\u00f3gico por 3 minutos, sem e com ultrassom, respectivamente; Grupo\u00a03 (EDTA) e Grupo\u00a04 (EDTAUS) \u2013 EDTA a 17% por 3 minutos, sem e com ultrassom, respectivamente; Grupo 5 (VM) e Grupo 6 (VMUS) \u2013 vinagre de ma\u00e7\u00e3 por 3 minutos, sem e com ultrassom, respectivamente; Grupo\u00a07 (SC) e Grupo\u00a08 (SCUS) \u2013 SmearClear por 1 minuto, sem e com ultrassom, respectivamente. Os esp\u00e9cimes foram examinados por meio de microsc\u00f3pio eletr\u00f4nico de varredura e foram atribu\u00eddos escores para a remo\u00e7\u00e3o da smear layer nos ter\u00e7os cervical, m\u00e9dio e apical. Resultados: a remo\u00e7\u00e3o de smear layer foi mais eficiente quando o EDTA a 17% e o SmearClear foram utilizados. O ultrassom n\u00e3o promoveu uma maior remo\u00e7\u00e3o de smear layer que fosse estatisticamente significativa em todos os grupos. Os piores resultados foram observados no ter\u00e7o apical do canal radicular, com diferen\u00e7a estatisticamente significativa entre o ter\u00e7o cervical em todos os irrigantes utilizados.<\/p>\n<p><b>Palavras-chave: <\/b>Camada de esfrega\u00e7o. Quelantes. Ultrassom.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Introdu\u00e7\u00e3o<\/b><\/p>\n<p>Na terapia endod\u00f4ntica, ap\u00f3s o preparo biomec\u00e2nico, uma camada amorfa, granular e irregular, conhecida como smear layer, \u00e9 formada e depositada nas paredes do canal radicular<sup>1<\/sup>. A smear layer cont\u00e9m subst\u00e2ncias org\u00e2nicas e inorg\u00e2nicas derivadas de raspas de dentina, remanescentes pulpares, fragmentos de processos de odontoblastos, tecido necr\u00f3tico e microrganismos, em casos de canais radiculares infectados<sup>1,2,3<\/sup>.<\/p>\n<p>\u00c9 recomendado remover a smear layer porque essa oblitera os t\u00fabulos dentin\u00e1rios e impede uma efetiva penetra\u00e7\u00e3o das solu\u00e7\u00f5es irrigadoras, de medica\u00e7\u00e3o intracanal e de cimentos no interior de canais laterais e t\u00fabulos dentin\u00e1rios, podendo comprometer o selamento entre o material obturador e as paredes do canal radicular<sup>2,3,4<\/sup>.<\/p>\n<p>Nenhuma solu\u00e7\u00e3o irrigadora utilizada no tratamento endod\u00f4ntico \u00e9 capaz de agir simultaneamente nos elementos org\u00e2nicos e inorg\u00e2nicos da smear layer. O hipoclorito de s\u00f3dio (NaOCl), em concentra\u00e7\u00f5es de 0,5 a 5,25%, \u00e9 o principal irrigante endod\u00f4ntico, mas, quando utilizado isoladamente, \u00e9 ineficaz na remo\u00e7\u00e3o completa da smear layer<sup>1,2,3<\/sup>. Os quelantes s\u00e3o utilizados na Endodontia como auxiliares na irriga\u00e7\u00e3o do canal radicular, removendo a parte inorg\u00e2nica da smear layer<sup>1,3,4<\/sup>. O \u00e1cido etilenodiaminotetrac\u00e9tico (EDTA) com pH neutro tem sido recomendado desde 1957<sup>5<\/sup>, e ainda \u00e9 a solu\u00e7\u00e3o mais utilizada para a remo\u00e7\u00e3o da smear layer<sup>3,4,6<\/sup>.<\/p>\n<p>Outras subst\u00e2ncias tamb\u00e9m t\u00eam sido sugeridas para a remo\u00e7\u00e3o da smear layer, como o \u00e1cido c\u00edtrico e o vinagre de ma\u00e7\u00e3<sup>7,8,9<\/sup>. O vinagre de ma\u00e7\u00e3 \u00e9 composto por 5% de \u00e1cido ac\u00e9tico e 0,35% de \u00e1cido m\u00e1lico<sup>10<\/sup>. Ele representa um bom custo-benef\u00edcio e \u00e9 uma subst\u00e2ncia biocompat\u00edvel<sup>7<\/sup>. Seu potencial antimicrobiano j\u00e1 foi demonstrado<sup>11<\/sup>, mas existem poucos estudos acerca de sua capacidade de limpeza.<\/p>\n<p>A regi\u00e3o apical \u00e9 a por\u00e7\u00e3o do canal radicular mais dif\u00edcil de ser limpa devido \u00e0 dificuldade de desbridamento e \u00e0 sua complexidade anat\u00f4mica. Os agentes quelantes, como o EDTA, t\u00eam se demonstrado eficazes na obten\u00e7\u00e3o de paredes livres de smear layer, principalmente nos ter\u00e7os cervical e m\u00e9dio do canal radicular<sup>12,13,14<\/sup>. Entretanto, a a\u00e7\u00e3o de limpeza vai diminuindo em dire\u00e7\u00e3o ao \u00e1pice e \u00e9 menos efetiva na regi\u00e3o apical do canal radicular<sup>1,12-17<\/sup>. Isso pode ser atribu\u00eddo \u00e0s estreitas dimens\u00f5es do ter\u00e7o apical, o que pode dificultar uma efetiva distribui\u00e7\u00e3o dos irrigantes, resultando em um limitado contato entre as paredes do canal e as solu\u00e7\u00f5es irrigadoras<sup>15<\/sup>.<\/p>\n<p>Algumas subst\u00e2ncias ou m\u00e9todos t\u00eam sido propostos para melhorar a penetra\u00e7\u00e3o dos irrigantes na por\u00e7\u00e3o apical do canal radicular, como a adi\u00e7\u00e3o de tensoativos \u00e0s solu\u00e7\u00f5es irrigadoras e o uso do ultrassom<sup>18<\/sup>. O SmearClear (SybronEndo, Orange, EUA) \u00e9 um produto indicado para a remo\u00e7\u00e3o da smear layer, contendo EDTA a 17% com a adi\u00e7\u00e3o de dois tensoativos. O uso do ultrassom tem sido sugerido para melhorar a irriga\u00e7\u00e3o no canal radicular por meio do efeito de microcorrente ac\u00fastica ao longo do comprimento da lima em oscila\u00e7\u00e3o<sup>19<\/sup>, e esse efeito pode ser ben\u00e9fico no transporte de solu\u00e7\u00f5es irrigadoras para a regi\u00e3o apical do canal<sup>18<\/sup>.<\/p>\n<p>V\u00e1rios estudos t\u00eam sido publicados sobre o uso do ultrassom durante a irriga\u00e7\u00e3o do canal radicular<sup>15,18,20-23<\/sup>, mas somente um trabalho sugere o uso do ultrassom associado ao SmearClear<sup>18<\/sup>. N\u00e3o h\u00e1 nenhum estudo que avalie a efic\u00e1cia da combina\u00e7\u00e3o do uso do vinagre de ma\u00e7\u00e3 com o ultrassom para a remo\u00e7\u00e3o da smear layer do canal radicular.<\/p>\n<p>Portanto, o objetivo desse estudo, utilizando microscopia eletr\u00f4nica de varredura (MEV), foi avaliar a efetividade do EDTA a 17%, do vinagre de ma\u00e7\u00e3 e do SmearClear, com e sem ativa\u00e7\u00e3o ultrass\u00f4nica, na remo\u00e7\u00e3o da smear layer dos ter\u00e7os cervical, m\u00e9dio e apical do canal radicular.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Material e M\u00e9todos<\/b><\/p>\n<p>Setenta caninos humanos extra\u00eddos, completamente formados e com ra\u00edzes retas, foram armazenados em soro fisiol\u00f3gico ap\u00f3s sua coleta. Foi obtida uma aprova\u00e7\u00e3o do Comit\u00ea de \u00c9tica em Pesquisa da Faculdade de Odontologia de Bauru, processo n\u00ba\u00a0180\/2009. Os <a href=\"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/curso-de-aperfeicoamento-em-cirurgia-de-dentes-retidos\/\">dentes<\/a> foram radiografados para que fossem observadas a c\u00e2mara pulpar e a morfologia do canal radicular, e foram selecionados baseados na uniformidade da largura do canal radicular, determinado pelas radiografias vestibulolinguais e mesiodistais. Os dentes tiveram suas coroas removidas e o comprimento de trabalho foi determinado por meio da inser\u00e7\u00e3o de uma lima tipo K #10 at\u00e9 que sua ponta fosse vis\u00edvel no forame apical, e reduzindo-se 1mm dessa medida. Cera utilidade foi utilizada para vedar o forame apical. Os dentes foram instrumentados com a t\u00e9cnica coroa-\u00e1pice, utilizando-se instrumentos rotat\u00f3rios ProTaper Universal (Dentsply Maillefer, Ballaigues, Su\u00ed\u00e7a) em uma velocidade constante de 300rpm, aplicando um suave movimento de vai e vem at\u00e9 o instrumento F5, que corresponde a uma lima de calibre\/conicidade 50\/04. Entre as trocas de cada instrumento, foi realizada irriga\u00e7\u00e3o com 1ml de hipoclorito de s\u00f3dio a 2,5% (Rioqu\u00edmica, S\u00e3o Jos\u00e9 do Rio Preto\/SP) utilizando uma seringa descart\u00e1vel com uma agulha de irriga\u00e7\u00e3o de 27 gauge.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s a instrumenta\u00e7\u00e3o, os dentes foram aleatoriamente divididos em seis grupos experimentais (n\u00a0=\u00a010) e em dois grupos controle (n\u00a0=\u00a05), para serem submetidos a diferentes sequ\u00eancias de irriga\u00e7\u00e3o final: Grupo 1 (controle) (SF) \u2013 3ml de soro fisiol\u00f3gico por 3 minutos, sem ativa\u00e7\u00e3o ultrass\u00f4nica; Grupo 2 (controle) (SFUS) \u2013 3ml de soro fisiol\u00f3gico por 3 minutos, sendo o primeiro minuto com ativa\u00e7\u00e3o ultrass\u00f4nica; Grupo 3 (EDTA) \u2013 3ml de EDTA a 17% (Biodin\u00e2mica, Ibipor\u00e3\/PR) por 3 minutos, sem ativa\u00e7\u00e3o ultrass\u00f4nica; Grupo 4 (EDTAUS) \u2013 3ml de EDTA a 17% por 3 minutos, ativando a solu\u00e7\u00e3o no primeiro minuto com ultrassom; Grupo 5 (VM) \u2013 3ml de vinagre de ma\u00e7\u00e3 (Castelo, Jundia\u00ed\/SP) por 3 minutos, sem ativa\u00e7\u00e3o ultrass\u00f4nica; Grupo 6 (VMUS) \u2013 3ml de vinagre de ma\u00e7\u00e3, ativando a solu\u00e7\u00e3o no primeiro minuto com ultrassom; Grupo 7 (SC) \u2013 3ml SmearClear por 1 minuto, de acordo com as instru\u00e7\u00f5es do fabricante, sem ativa\u00e7\u00e3o ultrass\u00f4nica; Grupo 8 (SCUS) \u2013 3ml de SmearClear por 1 minuto, com ativa\u00e7\u00e3o ultrass\u00f4nica.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s esses procedimentos, todos os grupos receberam uma irriga\u00e7\u00e3o final com 5ml de hipoclorito de s\u00f3dio a 2,5%, seguido de 5ml de soro fisiol\u00f3gico. Quando o ultrassom foi utilizado na sequ\u00eancia de irriga\u00e7\u00e3o final, sua ativa\u00e7\u00e3o foi realizada com um espa\u00e7ador <a href=\"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/excelencia-em-alinhadores-e-ortodontia-digital-2\/\">digital<\/a> B (Dentsply Maillefer) adaptado \u00e0 ponta do aparelho Jet Sonic (Gnatus, Ribeir\u00e3o Preto\/SP) com o ajuste de pot\u00eancia em 2. O espa\u00e7ador digital foi colocado no centro do canal, evitando o contato do instrumento com as paredes do canal radicular. Os canais radiculares, ent\u00e3o, foram secos com pontas de papel absorvente e os dentes foram seccionados para expor o interior dos canais. Dois sulcos foram feitos, em sentido vestibulolingual ao longo da superf\u00edcie da raiz, com um disco de carborundum em baixa rota\u00e7\u00e3o, e uma cunha foi utilizada para partir os dentes em duas metades. As amostras foram secadas, montadas em bases met\u00e1licas circulares (stubs), metalizadas e avaliadas por meio do microsc\u00f3pio eletr\u00f4nico de varredura (MEV) (JEOL- JSM T 220 A, T\u00f3quio, Jap\u00e3o) nos n\u00edveis cervical, m\u00e9dio e apical. Cada ter\u00e7o radicular de todas as amostras foi, a princ\u00edpio, visualizado em magnifica\u00e7\u00e3o de 500X, a fim de se obter uma vis\u00e3o geral da regi\u00e3o analisada. Em seguida, uma aquisi\u00e7\u00e3o da imagem da zona mais t\u00edpica da amostra foi realizada com magnifica\u00e7\u00e3o de 750X, para se observar a presen\u00e7a ou aus\u00eancia da smear layer. Tr\u00eas fotomicrografias foram obtidas de cada amostra, uma para cada ter\u00e7o do canal radicular, resultando em um total de 210 fotomicrografias.<\/p>\n<p>Foram atribu\u00eddos escores para a quantidade de smear layer observada: escore 1, sem smear layer (Fig.\u00a01A); escore 2, poucas \u00e1reas cobertas por smear layer, com muitos t\u00fabulos dentin\u00e1rios abertos vis\u00edveis (Fig.\u00a01B); escore 3, maior parte das \u00e1reas cobertas por smear layer, com poucos t\u00fabulos dentin\u00e1rios abertos vis\u00edveis (Fig.\u00a01C); escore 4, todas as \u00e1reas cobertas por smear layer, sem t\u00fabulos dentin\u00e1rios abertos vis\u00edveis (Fig. 1D).<\/p>\n<p>Separadamente, tr\u00eas examinadores realizaram avalia\u00e7\u00f5es das fotomicrografias sem que identificassem a qual grupo pertencia cada imagem (exame cego), ap\u00f3s calibra\u00e7\u00e3o pr\u00e9via, com a observa\u00e7\u00e3o de algumas imagens. A calibra\u00e7\u00e3o intraexaminador e a concord\u00e2ncia interexaminadores foram verificadas por meio do teste kappa.<\/p>\n<p>Os valores de escores da smear layer foram calculados entre os grupos utilizando-se os testes de Kruskal-Wallis e de Dunn. O uso do ultrassom foi calculado e avaliado pelo teste de Mann-Whitney. O teste de Friedman foi usado para comparar a limpeza dos tr\u00eas ter\u00e7os do canal radicular. O n\u00edvel de signific\u00e2ncia foi estabelecido em p\u00a0&lt;\u00a00,05.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Resultados<\/b><\/p>\n<p>As concord\u00e2ncias intraexaminador e interexaminadores avaliadas pelo teste kappa mostraram valores satisfat\u00f3rios de 0,74, ou maiores, para as diferentes categorias.<\/p>\n<p>A Tabela 1 mostra a mediana e o posto m\u00e9dio para todos os grupos de irriga\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>No ter\u00e7o cervical, houve diferen\u00e7a significativa (p\u00a0&lt;\u00a00,05) entre o grupos 3 (EDTA) e 1 (SF); grupo\u00a04<\/p>\n<p>(EDTAUS) e 1 (SF); grupo 7 (SC) e 1 (SF); grupo 8 (SCUS) e 1 (SF).<\/p>\n<p>No ter\u00e7o m\u00e9dio, diferen\u00e7as significativas (p\u00a0&lt;\u00a00,05) foram observadas entre o grupos 4 (EDTAUS) e 1 (SF); e grupo 4 (EDTAUS) e 2 (SFUS).<\/p>\n<p>No ter\u00e7o apical, os resultados mostraram diferen\u00e7as significativas (p\u00a0&lt;\u00a00,05) entre os grupos 4 (EDTAUS) e 1 (SF); grupos 4 (EDTAUS) e 2 (SFUS); grupos 7 (SC) e 1 (SF); e grupos 8 (SCUS) e 1 (SF).<\/p>\n<p>Quando as solu\u00e7\u00f5es irrigadoras foram analisadas sem considerar o uso do ultrassom, houve diferen\u00e7a significativa (p\u00a0&lt;\u00a00,05) nas compara\u00e7\u00f5es entre EDTA e soro fisiol\u00f3gico, e entre SmearClear e soro fisiol\u00f3gico, em todos os ter\u00e7os avaliados; entre vinagre de ma\u00e7\u00e3 e soro fisiol\u00f3gico nos ter\u00e7os m\u00e9dio e apical; e entre EDTA e vinagre de ma\u00e7\u00e3 somente no ter\u00e7o cervical.<\/p>\n<p>Quando comparado o efeito da ativa\u00e7\u00e3o ultrass\u00f4nica, em nenhum dos ter\u00e7os radiculares houve diferen\u00e7a significativa (p\u00a0&gt;\u00a00,05) entre os grupos com e sem o uso do ultrassom.<\/p>\n<p>Quando comparada a limpeza nos diferentes ter\u00e7os radiculares, houve diferen\u00e7a significativa (p\u00a0&lt;\u00a00,05) entre os ter\u00e7os cervical e apical, independentemente do tratamento de irriga\u00e7\u00e3o utilizado.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2013\/09\/Artigos_ENDO_v03_n01_fig01.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-399\" alt=\"Artigos_ENDO_v03_n01_fig01\" src=\"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2013\/09\/Artigos_ENDO_v03_n01_fig01.jpg\" width=\"800\" height=\"404\" srcset=\"\/wp-content\/uploads\/2013\/09\/Artigos_ENDO_v03_n01_fig01.jpg 800w, \/wp-content\/uploads\/2013\/09\/Artigos_ENDO_v03_n01_fig01-300x151.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2013\/09\/Artigos_ENDO_v03_n01_fig02.jpg\"><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-400\" alt=\"Artigos_ENDO_v03_n01_fig02\" src=\"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2013\/09\/Artigos_ENDO_v03_n01_fig02.jpg\" width=\"800\" height=\"266\" srcset=\"\/wp-content\/uploads\/2013\/09\/Artigos_ENDO_v03_n01_fig02.jpg 800w, \/wp-content\/uploads\/2013\/09\/Artigos_ENDO_v03_n01_fig02-300x99.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Discuss\u00e3o<\/b><\/p>\n<p>No presente estudo, utilizando-se de MEV, foi realizada uma avalia\u00e7\u00e3o de m\u00e9todos que prop\u00f5em-se a\u00a0melhorar, principalmente no ter\u00e7o cervical, a remo\u00e7\u00e3o da smear layer de canais radiculares instrumentados. Os resultados demonstraram que o EDTA pode remover eficientemente a smear layer de todos os ter\u00e7os radiculares, enquanto o soro fisiol\u00f3gico n\u00e3o foi capaz de remover a smear layer com efic\u00e1cia de nenhuma regi\u00e3o do canal radicular.<\/p>\n<p>Alguns autores<sup>23,24,25<\/sup> demonstraram que a irriga\u00e7\u00e3o com EDTA \u00e9 efetiva na remo\u00e7\u00e3o da smear layer, o que est\u00e1 de acordo com os achados do presente estudo.<\/p>\n<p>A redu\u00e7\u00e3o da tens\u00e3o superficial de um irrigante endod\u00f4ntico melhora seu escoamento em canais radiculares estreitos<sup>26<\/sup>. O ter\u00e7o apical \u00e9 a regi\u00e3o mais dif\u00edcil de ser limpa, e isso pode ser atribu\u00eddo \u00e0s suas menores dimens\u00f5es<sup>15<\/sup>. Os resultados desse estudo mostraram que o SmearClear apresentou um melhor desempenho quando comparado ao EDTA apenas no ter\u00e7o apical, mas sem diferen\u00e7a estatisticamente significativa. No presente trabalho, o SmearClear e o EDTA apresentaram capacidade similar de remo\u00e7\u00e3o da smear layer do canal radicular. Esses resultados demonstraram que a adi\u00e7\u00e3o de tensoativos ao SmearClear n\u00e3o aumentou a capacidade de limpeza do EDTA, o que corrobora os achados de outros estudos<sup>17,18,25,27,28<\/sup>.<\/p>\n<p>No presente estudo foi utilizado o vinagre de ma\u00e7\u00e3 como uma solu\u00e7\u00e3o experimental para, possivelmente, remover a smear layer, em compara\u00e7\u00e3o aos quelantes convencionais, como o EDTA. O vinagre de ma\u00e7\u00e3 cont\u00e9m \u00e1cidos em sua composi\u00e7\u00e3o, principalmente o \u00e1cido ac\u00e9tico e o \u00e1cido m\u00e1lico<sup>10<\/sup>. O \u00e1cido m\u00e1lico confere ao vinagre de ma\u00e7\u00e3 propriedades terap\u00eauticas<sup>11<\/sup>. O vinagre de ma\u00e7\u00e3 tamb\u00e9m apresenta potencial antimicrobiano contra a microbiota endod\u00f4ntica<sup>11<\/sup>. No presente trabalho, o vinagre de ma\u00e7\u00e3 n\u00e3o foi capaz de remover completamente a smear layer do canal radicular, com diferen\u00e7a significativa entre o EDTA no ter\u00e7o cervical, e com alguns t\u00fabulos dentin\u00e1rios permanecendo cobertos por smear layer em todos os ter\u00e7os do canal. Al\u00e9m disso, o pH do vinagre de ma\u00e7\u00e3 utilizado nesse estudo foi de 2,96, e isso poderia causar danos \u00e0s paredes do canal radicular.<\/p>\n<p>Na an\u00e1lise das fotomicrografias de todos os grupos, foi observada uma melhor limpeza nos esp\u00e9cimes em que ultrassom foi utilizado, embora n\u00e3o tenha havido diferen\u00e7a estatisticamente significativa entre os grupos com e sem ativa\u00e7\u00e3o ultrass\u00f4nica dos irrigantes. Em nosso estudo, a ativa\u00e7\u00e3o ultrass\u00f4nica dos irrigantes n\u00e3o melhorou a remo\u00e7\u00e3o da smear layer e abertura dos t\u00fabulos dentin\u00e1rios, o que est\u00e1 de acordo com os resultados apresentados em outros estudos<sup>14,15,23,29<\/sup>. A ativa\u00e7\u00e3o ultrass\u00f4nica nesse estudo foi realizada durante um minuto. Cameron<sup>20<\/sup> relatou um melhor efeito quando o ultrassom foi utilizado pelo tempo de tr\u00eas minutos. Outros pesquisadores tamb\u00e9m conseguiram uma efetiva remo\u00e7\u00e3o da smear layer quando a ativa\u00e7\u00e3o ultrass\u00f4nica dos irrigantes foi realizada por um per\u00edodo maior do que um minuto<sup>21,30<\/sup>. O di\u00e2metro do espa\u00e7ador digital utilizado correspondeu a uma lima #25, e alguns autores<sup>21<\/sup> recomendam o uso de um instrumento com pequeno di\u00e2metro, para evitar o contato desse com as paredes do canal radicular.<\/p>\n<p>Nossos resultados demonstraram que a remo\u00e7\u00e3o da smear layer foi menos eficaz no ter\u00e7o apical do canal radicular, com diferen\u00e7a estatisticamente significativa para o ter\u00e7o cervical, independentemente do tratamento de irriga\u00e7\u00e3o utilizado. Torabinejad et\u00a0al.<sup>6<\/sup> atribu\u00edram esse fato a uma inadequada penetra\u00e7\u00e3o da solu\u00e7\u00e3o irrigadora na por\u00e7\u00e3o apical do canal durante a irriga\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Com base nos resultados desse experimento, p\u00f4de-se observar que a remo\u00e7\u00e3o da smear layer parece ser mais influenciada pela a\u00e7\u00e3o qu\u00edmica da solu\u00e7\u00e3o irrigadora do que pela ativa\u00e7\u00e3o ultrass\u00f4nica dos irrigantes.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Refer\u00eancias<\/b><\/p>\n<p>1. McComb D, Smith DC. A preliminary scanning electron microscopic study of root canals after endodontic procedures. J Endod. 1975;1(7):238-42.<\/p>\n<p>2. Mader CL, Baumgartner JC, Peters DD. Scanning electron microscope investigation of the smeared layer on root canal walls.<\/p>\n<p>J Endod. 1984;10(10):477-83.<\/p>\n<p>3. Torabinejad M, Handysides R, Khademi AA, Bakland LK. Clinical implications of the smear layer in Endodontics: a review. Oral Surg Oral Med Oral Pathol Oral Radiol Endod. 2002;94(6):658-66.<\/p>\n<p>4. H\u00fclsmann M, Heckendorff M, Lennon A. Chelating agents in root canal treatment: mode of action and indications for their use. Int Endod J. 2003;36(12):810-30.<\/p>\n<p>5. \u00d8stby NB. Chelation in root canal therapy. Odontologisk Tidskrift. 1957;65(2):3-11.<\/p>\n<p>6. Torabinejad M, Khademi AA, Babagoli J, Cho Y, Johnson WB, Bozhilov K, et al. A new solution for the removal of the smear layer.<\/p>\n<p>J Endod. 2003;29(3):170-5.<\/p>\n<p>7. Candeiro GTM, Matos IB, Costa CFE, Fonteles CSR, Vale MS. A comparative scanning electron microscopy evaluation of smear layer removal with apple vinegar and sodium hypochlorite associated with EDTA. J Appl Oral Sci. 2001;19(6):639-43.<\/p>\n<p>8. Estrela C, Lopes HP, Elias CN, Leles CR, P\u00e9cora JD. Limpeza da superf\u00edcie do canal radicular pelo vinagre de ma\u00e7\u00e3, hipoclorito de s\u00f3dio, clorexidina e EDTA. 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Dental Press Endod. 2013 Jan-Apr;3(1):43-8.<\/p>\n<p>\u00bb Os autores declaram n\u00e3o ter interesses associativos, comerciais, de propriedade ou financeiros, que representem conflito de interesse, nos produtos e companhias descritos nesse artigo.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O objetivo deste trabalho foi avaliar, in vitro, a efic\u00e1cia do EDTA, do vinagre de ma\u00e7\u00e3 e do SmearClear, com e sem ativa\u00e7\u00e3o ultrass\u00f4nica, na remo\u00e7\u00e3o da smear layer.<\/p>\n","protected":false},"author":20,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[],"tags":[],"class_list":["post-396","post","type-post","status-publish","format-standard"],"aioseo_notices":[],"amp_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/396","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/20"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=396"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/396\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=396"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=396"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=396"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}