{"id":2699,"date":"2017-05-31T10:06:57","date_gmt":"2017-05-31T13:06:57","guid":{"rendered":"https:\/\/www.dentalpress.com.br\/portal\/?p=2699"},"modified":"2017-05-31T12:27:04","modified_gmt":"2017-05-31T15:27:04","slug":"desbridamento-foraminal-reflexoes-insight","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/desbridamento-foraminal-reflexoes-insight\/","title":{"rendered":"Desbridamento foraminal: reflex\u00f5es e insight"},"content":{"rendered":"<h2><b>Resumo<\/b><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Durante a terapia endod\u00f4ntica, uma manobra realizada no tratamento do canal, independentemente de t\u00e9cnica manual ou com instrumentos rotat\u00f3rios, \u00e9 o desbridamento foraminal, onde o instrumento inicial \u00e9 utilizado al\u00e9m da abertura foraminal (0,5 a 1mm). Algumas reflex\u00f5es sobre as implica\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas dessas manobras incluem as dimens\u00f5es reais da espessura do ligamento periodontal e das caracter\u00edsticas reacionais inflamat\u00f3rias e reacionais do tecido conjuntivo que o comp\u00f5e. Essas reflex\u00f5es e um insight para futuros trabalhos s\u00e3o apresentados nesse trabalho.<\/p>\n<p><b>Palavras-chave: <\/b>Instrumenta\u00e7\u00e3o. Rotat\u00f3rios. Reparo apical. Reparo periapical.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O conceito de pat\u00eancia foraminal \u00e9 baseado na coloca\u00e7\u00e3o de um instrumento endod\u00f4ntico de pequeno di\u00e2metro (no m\u00e1ximo n\u00ba 25) no forame apical. Para alguns autores, o instrumento de pat\u00eancia deve ultrapassar, em m\u00e9dia, 1mm da abertura foraminal, estando na intimidade do ligamento periodontal<sup>1,4,5<\/sup>. Contudo, para um instrumento est\u00e9ril e de pequeno di\u00e2metro, esse fato n\u00e3o representa maiores problemas cl\u00ednicos<sup>5<\/sup>. Esse protocolo induz algumas reflex\u00f5es sobre as implica\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas dessas manobras:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>1.<\/b> O ligamento periodontal ser\u00e1 ultrapassado de lado a lado pelo instrumento, haja vista que sua espessura varia entre 0,2 e 0,4mm, com m\u00e9dia de 0,25mm. De lado a lado significa que o instrumento ultrapassar\u00e1 o limite mais apical do cemento e chegar\u00e1 ao osso fasciculado al\u00e9m da cortical \u00f3ssea alveolar, tamb\u00e9m chamada de l\u00e2mina dura.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>2.<\/b><b> <\/b>Como um tecido conjuntivo fibroso altamente organizado \u00e9 composto por 50% de vasos sangu\u00edneos, inevitavelmente haver\u00e1 o desencadeamento de um processo inflamat\u00f3rio, inicialmente, agudo, com o ac\u00famulo localizado de subst\u00e2ncias (exsudato) e c\u00e9lulas (infiltrado), especialmente neutr\u00f3filos<sup>2<\/sup>. Em dois a tr\u00eas dias, se as c\u00e9lulas e subst\u00e2ncias n\u00e3o encontrarem bact\u00e9rias em n\u00famero significativo, elas migrar\u00e3o e ser\u00e3o reabsorvidas, sem que o exsudato seroso evolua para uma forma purulenta<sup>2<\/sup>. Esse\u00a0quadro pode ser nominado de pericementite (periodontite) apical aguda serosa, induzida fisicamente pelos instrumentos endod\u00f4nticos, que evoluir\u00e1 para o reparo, haja vista que sua causa ser\u00e1 removida pela obtura\u00e7\u00e3o do canal.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>3.<\/b> Se o dente em tratamento for portador de necrose pulpar e o canal radicular estiver contaminado, mas sem les\u00e3o periapical, espera-se que a possibilidade de contaminar o ligamento periapical com maior n\u00famero de bact\u00e9rias aumente consideravelmente, aumentando a necessidade de maiores cuidados nesse sentido.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>4.<\/b> Quando o dente for portador de les\u00e3o periapical cr\u00f4nica \u2014 incluindo pericementite apical cr\u00f4nica, granuloma periapical, cisto radicular e abcesso dentoalveolar cr\u00f4nico \u2014, ultrapassar os instrumentos al\u00e9m de 1mm n\u00e3o provocar\u00e1 danos ao ligamento periodontal, haja vista que, nessa regi\u00e3o, agora se tem um processo inflamat\u00f3rio e a estrutura ligamentar foi praticamente toda perdida. Mas, haver\u00e1 maior risco de tornar o processo mais agudo por \u201cempurrar\u201d acidentalmente bact\u00e9rias isoladas e ou em forma de aglomerados para os tecidos apicais j\u00e1 contaminados nos casos de les\u00f5es periapicais cr\u00f4nicas<sup>3<\/sup>. Cuidados maiores devem ser tomados nesse sentido.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>5.<\/b> Se o objetivo de ultrapassar esses limites for uniformizar as paredes do canal cement\u00e1rio e deix\u00e1-las em continuidade com as paredes do canal principal, em casos de biopulpectomia n\u00e3o haveria a necessidade de uma instrumenta\u00e7\u00e3o t\u00e3o al\u00e9m do forame apical, haja vista que as paredes cement\u00e1rias n\u00e3o est\u00e3o contaminadas, nem reabsorvidas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>6.<\/b> Apesar do limiar de sensibilidade dolorosa e desconforto variar de paciente para paciente, inevitavelmente, nos protocolos em que o instrumento de trabalho ultrapassa os limites do forame apical e atravessa o ligamento periodontal apical haver\u00e1 um processo inflamat\u00f3rio agudo inicial por dois ou tr\u00eas dias, que pode gerar desconforto caracterizado por sensibilidade dolorosa ao toque mastigat\u00f3rio ou espont\u00e2nea. O profissional deve estar preparado para administrar com frequ\u00eancia as drogas analg\u00e9sicas e anti-inflamat\u00f3rias durante esse per\u00edodo, caso haja queixa do paciente. Ou, ainda, o profissional pode assumir que, em todos seus casos em que esse protocolo for adotado, administrar\u00e1 essas drogas para o maior conforto do paciente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>7.<\/b> Nos casos em que persistirem os sinais e sintomas inflamat\u00f3rios, deve-se considerar a possibilidade de uma maior presen\u00e7a de bact\u00e9rias \u201clevadas ou empurradas\u201d pelos instrumentos na regi\u00e3o apical. O processo pode evoluir para uma absceda\u00e7\u00e3o do processo. Nesses casos de um quadro com maior sensibilidade, deve-se considerar a possibilidade de uma antibioticoterapia para evitar a prolifera\u00e7\u00e3o bacteriana nos tecidos apicais, abortando poss\u00edveis focos de absceda\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>8.<\/b> Se considerarmos inevit\u00e1vel a inflama\u00e7\u00e3o induzida na regi\u00e3o apical quando se adota a instrumenta\u00e7\u00e3o al\u00e9m do forame apical, aumenta-se, tamb\u00e9m, a maior possibilidade de bact\u00e9rias nos tecidos periapicais \u201clevadas ou empurradas\u201d pelos instrumentos no ligamento periodontal apical. Dessa forma, a administra\u00e7\u00e3o preventiva de medicamentos logo ap\u00f3s o tratamento endod\u00f4ntico em pacientes especiais, como cardiopatas, nefropatas, imunodeprimidos e outros, deve ser ressaltada.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>9.<\/b> Mesmo esperando uma melhor adapta\u00e7\u00e3o do material obturador nas paredes do canal instrumentado em um protocolo com instrumenta\u00e7\u00e3o al\u00e9m forame apical, deve-se ressaltar que n\u00e3o haver\u00e1 um fechamento herm\u00e9tico e uma adapta\u00e7\u00e3o perfeita na interface material-canal na altura do forame apical alargado, pois a anatomia do forame apical \u00e9 muito irregular em seu formato (Fig.\u00a01) e uniformidade de suas paredes em termos espaciais e superficiais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>10.<\/b> A inflama\u00e7\u00e3o representa um mecanismo de defesa local do organismo muito eficiente, que consegue eliminar bact\u00e9rias isoladas com relativa facilidade. Nos primeiros dois ou tr\u00eas dias, os neutr\u00f3filos, que chegam 90 minutos depois da agress\u00e3o f\u00edsica, fagocitam as bact\u00e9rias, e mesmo que regurgitem enzimas e subst\u00e2ncias t\u00f3xicas antibacterianas para os tecidos, como s\u00e3o poucas essas bact\u00e9rias, no local n\u00e3o se formam focos de absceda\u00e7\u00e3o ou microabscessos. A absceda\u00e7\u00e3o e forma\u00e7\u00e3o exuberante de pus acontece quando as bact\u00e9rias est\u00e3o em um grande n\u00famero e\/ou organizadas em forma de biofilmes microbianos, quando assumem uma maior resist\u00eancia por falta de acesso das c\u00e9lulas, subst\u00e2ncias de defesa, antiss\u00e9pticos e antibi\u00f3ticos<sup>2<\/sup>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>11.<\/b> Apesar de regularizar e limpar a parede do canal cement\u00e1rio, a instrumenta\u00e7\u00e3o de canais al\u00e9m do forame apical n\u00e3o elimina os biofilmes microbianos aderidos \u00e0 superf\u00edcie externa do \u00e1pice, ainda\u00a0menos os localizados nas irregularidades anat\u00f4micas, nos deltas apicais e\/ou nas \u00e1reas de reabsor\u00e7\u00e3o apical<sup>3<\/sup>. Essa situa\u00e7\u00e3o explica a persist\u00eancia de uma pequena, mas importante, porcentagem de insucessos endod\u00f4nticos quando os <a href=\"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/curso-de-aperfeicoamento-em-cirurgia-de-dentes-retidos\/\">dentes<\/a> s\u00e3o portadores de les\u00f5es periapicais cr\u00f4nicas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>12.<\/b> A \u00faltima fase de uma inflama\u00e7\u00e3o, ou repara\u00e7\u00e3o, caracteriza-se pela reconstru\u00e7\u00e3o das \u00e1reas desorganizadas e destru\u00eddas apenas depois que o agressor local for eliminado. Os vasos e as c\u00e9lulas do ligamento periodontal vizinho proliferam e colonizam a regi\u00e3o formando um tecido imaturo, conhecido como tecido de granula\u00e7\u00e3o, que gradativamente amadurece em tecido conjuntivo maduro estrutural e funcionalmente. As estruturas apicais, como cemento e o ligamento, se restabelecem, assim como se reinstalam os limites \u00f3sseos a partir do mesmo tecido de granula\u00e7\u00e3o, promovendo-se, tamb\u00e9m, a completa repara\u00e7\u00e3o \u00f3ssea periapical.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>13.<\/b> O conceito de infec\u00e7\u00e3o refere-se ao contato de microrganismos (bact\u00e9rias, v\u00edrus e fungos) em outro organismo vivo. Uma infec\u00e7\u00e3o pode se caracterizar: a)\u00a0pela lat\u00eancia dos microrganismos sem provocar nenhuma agress\u00e3o, ou ainda, b) pela indu\u00e7\u00e3o de agress\u00f5es e rea\u00e7\u00f5es teciduais que caracterizam as doen\u00e7as. As\u00a0t\u00e9cnicas endod\u00f4nticas, por mais evolu\u00eddas que sejam, tecnicamente ou tecnologicamente, n\u00e3o podem garantir que eliminam todos os microrganismos da regi\u00e3o apical depois da obtura\u00e7\u00e3o do canal. No entanto, a redu\u00e7\u00e3o significativa da quantidade de microrganismos \u00e9 mandat\u00f3ria, pois implicar\u00e1 numa rea\u00e7\u00e3o inflamat\u00f3ria que eliminar\u00e1 e\/ou controlar\u00e1 essa infec\u00e7\u00e3o\/contamina\u00e7\u00e3o apical, sem desconforto cl\u00ednico para o paciente.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2013\/11\/endo_v03_n02fig01.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-2700 size-full\" src=\"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2013\/11\/endo_v03_n02fig01.jpg\" alt=\"endo_v03_n02fig01\" width=\"800\" height=\"580\" srcset=\"\/wp-content\/uploads\/2013\/11\/endo_v03_n02fig01.jpg 800w, \/wp-content\/uploads\/2013\/11\/endo_v03_n02fig01-300x217.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><\/a><\/p>\n<h3><b>Considera\u00e7\u00f5es finais e insight<\/b><\/h3>\n<p style=\"text-align: justify;\">A cl\u00ednica endod\u00f4ntica, incluindo a parte referente \u00e0 imaginologia, oferece v\u00e1rios par\u00e2metros para se estabelecer crit\u00e9rios de sucesso e insucesso para os tratamentos realizados. Esses crit\u00e9rios podem e devem ser aplicados nas pesquisas em seres humanos. Pesquisas aplicadas em humanos s\u00e3o diretamente extrapol\u00e1veis e, respeitados os preceitos \u00e9ticos, s\u00e3o muito mais confi\u00e1veis se considerarmos as especificidades da esp\u00e9cie.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nas pesquisas sobre os novos protocolos de tratamento com ultrapassagem dos limites apicais at\u00e9 1mm, se deveria construir casu\u00edsticas avaliadas \u00e0 luz de crit\u00e9rios como: <a href=\"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/curso-de-aperfeicoamento-em-dtm-dor-orofacial-e-apneia-do-sono\/\">dor<\/a> e desconforto (tipo, intensidade e dura\u00e7\u00e3o), oclus\u00e3o dolorosa (tipo, intensidade e dura\u00e7\u00e3o), necessidade de terapia medicamentosa analg\u00e9sica, anti-inflamat\u00f3ria e antibi\u00f3tica (tempo, tipo, custo e efici\u00eancia).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Paralelamente, esses resultados deveriam ser comparados utilizando-se os mesmos par\u00e2metros em casu\u00edsticas semelhantes, mas utilizando os protocolos mais cl\u00e1ssicos de terapia endod\u00f4ntica nos quais os limites apicais de trabalho se restringissem ao canal principal e cement\u00e1rio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Da mesma forma, nessas mesmas casu\u00edsticas, em subgrupos distintos, se poderia estudar as imagens anteriores da regi\u00e3o apical, sem e com les\u00f5es periapicais cr\u00f4nicas de forma comparativa \u00e0 evolu\u00e7\u00e3o do reparo apical e periapical. As imagens digitais radiogr\u00e1ficas e tomogr\u00e1ficas oferecem, atualmente, um elevado grau de precis\u00e3o de an\u00e1lise.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Entre os par\u00e2metros pass\u00edveis de compara\u00e7\u00e3o e avalia\u00e7\u00e3o est\u00e3o os limites da obtura\u00e7\u00e3o, extravasamentos de material, largura do espa\u00e7o periodontal apical, continuidade da l\u00e2mina dura, neoforma\u00e7\u00e3o \u00f3ssea reparat\u00f3ria, reabsor\u00e7\u00e3o apical e grau de comprometimento estrutural, al\u00e9m da frequ\u00eancia de fraturas de instrumentos. As novas tecnologias de an\u00e1lise evolu\u00edram muito e permitem, agora, avaliar em humanos os avan\u00e7os da terapia endod\u00f4ntica.<\/p>\n<p><span style=\"color: #808080;\"><em>\u00bb Os autores declaram n\u00e3o ter interesses associativos, comerciais, de propriedade ou financeiros que representem conflito de interesse nos produtos e companhias descritos nesse artigo.<\/em><\/span><\/p>\n<p><b>Como citar este artigo<\/b>:<\/p>\n<p>Consolaro A, Roldi A, Intra JBG, Intra TJA, Bittencourt G. Foraminal debridement: reflections and insight. Dental Press Endod. 2013 May-Aug;3(2):12-5.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Durante a terapia endod\u00f4ntica, uma manobra realizada no tratamento do canal, independentemente de t\u00e9cnica manual ou com instrumentos rotat\u00f3rios, \u00e9 o desbridamento foraminal, onde o instrumento inicial \u00e9 utilizado al\u00e9m da abertura foraminal&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":20,"featured_media":18504,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[],"tags":[],"class_list":["post-2699","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail"],"aioseo_notices":[],"amp_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2699","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/20"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2699"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2699\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/18504"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2699"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2699"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2699"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}