{"id":1186,"date":"2013-09-18T15:14:04","date_gmt":"2013-09-18T18:14:04","guid":{"rendered":"http:\/\/bangboo.com.br\/dentalpress\/?p=1186"},"modified":"2013-09-18T15:14:04","modified_gmt":"2013-09-18T18:14:04","slug":"analise-topografica-das-superficies-de-implantes-de-titanio-comercialmente-puros-estudo-por-meio-de-microscopia-eletronica-de-varredura","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/analise-topografica-das-superficies-de-implantes-de-titanio-comercialmente-puros-estudo-por-meio-de-microscopia-eletronica-de-varredura\/","title":{"rendered":"An\u00e1lise topogr\u00e1fica das superf\u00edcies de implantes de tit\u00e2nio comercialmente puros. Estudo por meio de microscopia eletr\u00f4nica de varredura"},"content":{"rendered":"<p><b>Resumo<\/b><\/p>\n<p>Objetivo: realizar uma an\u00e1lise descritiva e comparativa, por meio de microscopia eletr\u00f4nica de varredura (MEV), de quatro tipos de superf\u00edcies de implantes de tit\u00e2nio comercialmente puros. M\u00e9todos: foram utilizados quatro implantes das marcas Conex\u00e3o Sistemas de Pr\u00f3tese e Straumann. As amostras utilizadas apresentavam superf\u00edcie usinada e tratamentos de superf\u00edcie por meio das t\u00e9cnicas de ataque \u00e1cido, anodiza\u00e7\u00e3o (Conex\u00e3o) e jateamento de part\u00edculas seguido por ataque \u00e1cido (Straumann), sendo divididas em quatro grupos, contendo um <a href=\"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/curso-de-aperfeicoamento-em-protese-sobre-implante-mais-protese-fixa\/\">implante<\/a> cada. As \u00e1reas de topo de rosca e vale de rosca foram determinadas para an\u00e1lise no MEV, com diferentes magnifica\u00e7\u00f5es. Resultados: todas as amostras avaliadas apresentaram caracter\u00edsticas de rugosidade superficial (at\u00e9 mesmo as superf\u00edcies usinadas), sendo que os implantes tratados por meio de anodiza\u00e7\u00e3o e os tratados por meio de jateamento seguido de ataque \u00e1cido apresentaram um padr\u00e3o de superf\u00edcie com uma \u00e1rea superior aos implantes tratados por ataque \u00e1cido, devido ao maior grau de rugosidade. Conclus\u00e3o: o tratamento de superf\u00edcie influencia a macroestrutura da superf\u00edcie. As superf\u00edcies anodizadas e as tratadas por meio de jateamento seguido por ataque \u00e1cido apresentaram um padr\u00e3o de superf\u00edcie que disponibiliza uma maior \u00e1rea para aposi\u00e7\u00e3o \u00f3ssea.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Palavras-chave:<\/b><b> <\/b>Implantes de tit\u00e2nio. Tratamentos de superf\u00edcie. Microscopia eletr\u00f4nica de varredura.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Introdu\u00e7\u00e3o<\/b><\/p>\n<p>O objetivo da Odontologia moderna tem sido restaurar ao paciente a fun\u00e7\u00e3o mastigat\u00f3ria, a fala, a sa\u00fade e a est\u00e9tica, independentemente da atrofia, doen\u00e7a ou les\u00e3o do sistema estomatogn\u00e1tico. Desde o advento da osseointegra\u00e7\u00e3o, o uso de implantes mostrou-se uma op\u00e7\u00e3o de tratamento para pacientes ed\u00eantulos<sup>1<\/sup>. Ap\u00f3s d\u00e9cadas de pesquisas e desenvolvimentos laboratoriais e cl\u00ednicos, Br\u00e5nemark apresentou um sistema de implante que pode substituir os <a href=\"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/curso-de-aperfeicoamento-em-cirurgia-de-dentes-retidos\/\">dentes<\/a> naturais perdidos<sup>2<\/sup>.<\/p>\n<p>Br\u00e5nemark, ap\u00f3s tentar retirar uma pe\u00e7a de tit\u00e2nio implantada na t\u00edbia de um coelho durante uma de suas pesquisas, observou que a pe\u00e7a estava aderida ao osso e, a partir desse fen\u00f4meno, desenvolveram-se outros estudos, pesquisas e experimentos, levando ao surgimento do conceito de osseointegra\u00e7\u00e3o, que \u00e9 definida como uma uni\u00e3o est\u00e1vel entre osso e implante, o qual pode suportar uma pr\u00f3tese<sup>2,3<\/sup>.<\/p>\n<p>O implante dent\u00e1rio \u00e9 considerado apto \u00e0 fun\u00e7\u00e3o mastigat\u00f3ria e est\u00e9tica quando a osseointegra\u00e7\u00e3o \u00e9 efetiva<sup>4<\/sup>. O elevado \u00edndice de sucesso de implantes dent\u00e1rios osseointegr\u00e1veis levou \u00e0 sua aceita\u00e7\u00e3o como real alternativa de tratamento na Odontologia moderna; no entanto, apesar dos elevados \u00edndices de sucesso relatados nas pesquisas, atualmente ainda h\u00e1 relatos de fracassos no tratamento com implantes na pr\u00e1tica cl\u00ednica, causando transtornos ao profissional e ao paciente<sup>5,6<\/sup>.<\/p>\n<p>O tit\u00e2nio comercialmente puro apresenta uma estabilidade qu\u00edmica que permite a rea\u00e7\u00e3o tecidual satisfat\u00f3ria, estimula a forma\u00e7\u00e3o de uma matriz \u00f3ssea, apresenta alta resist\u00eancia \u00e0 corros\u00e3o e n\u00e3o provoca rea\u00e7\u00f5es imunol\u00f3gicas significativas, sendo esse o principal material para a confec\u00e7\u00e3o de implantes<sup>7<\/sup>. No entanto, as propriedades f\u00edsico-qu\u00edmicas das superf\u00edcies dos implantes dent\u00e1rios s\u00e3o fatores determinantes para que ocorra a osseointegra\u00e7\u00e3o<sup>8<\/sup>. Existem\u00a0diferentes formas de tratamento de superf\u00edcie que melhoram as propriedades dos implantes<sup>9<\/sup>.<\/p>\n<p>Os tratamentos de superf\u00edcie promovem diferentes aumentos da rugosidade, que, associada \u00e0s caracter\u00edsticas f\u00edsico-qu\u00edmicas e \u00e0s propriedades do material, influencia na reten\u00e7\u00e3o mec\u00e2nica inicial dos implantes e no aumento da \u00e1rea de contato com o leito \u00f3sseo receptor, favorecendo a osseointegra\u00e7\u00e3o<sup>7<\/sup>. Estudos comprovam que as superf\u00edcies texturizadas t\u00eam a integra\u00e7\u00e3o implante-osso melhor que a de uma superf\u00edcie lisa<sup>8<\/sup>.<\/p>\n<p>Nesse contexto, as modifica\u00e7\u00f5es da superf\u00edcie dos implantes ganharam um lugar importante nas pesquisas nos \u00faltimos anos. Diferentes m\u00e9todos mec\u00e2nicos, qu\u00edmicos e \u00f3pticos s\u00e3o usados com o objetivo de produzir superf\u00edcies com v\u00e1rias topografias. Diferentes tipos de revestimentos tamb\u00e9m podem ser utilizados para promover modifica\u00e7\u00e3o da superf\u00edcie, e esses, por sua vez, podem ser aplicados por meio de diferentes t\u00e9cnicas<sup>10<\/sup>.<\/p>\n<p>Entre as t\u00e9cnicas usadas para tratar a superf\u00edcie dos implantes, as que mais se destacam s\u00e3o a deposi\u00e7\u00e3o de hidroxiapatita, ataque \u00e1cido, jateamento de part\u00edculas ou a combina\u00e7\u00e3o de jateamento seguido de ataque \u00e1cido, tratamento com <a href=\"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/como-inserir-lasers-de-baixa-e-alta-potencia-na-rotina-clinica\/\">laser<\/a>, oxida\u00e7\u00e3o an\u00f3dica, implanta\u00e7\u00e3o i\u00f4nica e deposi\u00e7\u00e3o eletroqu\u00edmica simult\u00e2nea ou isolada de c\u00e1lcio, fosfato, ferro e magn\u00e9sio<sup>11<\/sup>. Esses tratamentos, cada um possuindo suas peculiaridades, promovem diferentes padr\u00f5es de rugosidade<sup>12<\/sup>.<\/p>\n<p>Diante dos fatos expostos \u2014 considerando-se que a topografia da superf\u00edcie dos implantes tem influ\u00eancia direta sobre a osseointegra\u00e7\u00e3o e que cada superf\u00edcie, com sua particularidade, apresenta vantagens, desvantagens e indica\u00e7\u00f5es de uso \u2014, o presente estudo tem por objetivo realizar uma an\u00e1lise descritiva e comparativa, por meio de microsc\u00f3pio eletr\u00f4nico de varredura (MEV), dos tipos de superf\u00edcie de implantes de tit\u00e2nio comercialmente puro.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Material e M\u00e9todos\u00a0<\/b><\/p>\n<p>Sele\u00e7\u00e3o dos implantes<\/p>\n<p>Para a realiza\u00e7\u00e3o do presente trabalho, foram utilizados quatro implantes de tit\u00e2nio comercialmente puro, com diferentes tratamentos de superf\u00edcie, obtidos dos seguintes sistemas de implantes: Conex\u00e3o Sistemas de Pr\u00f3tese e Straumann. Esse material foi dividido em quatro grupos, de acordo com o tratamento de superf\u00edcie recebido. Esses, por sua vez, encontram-se especificados na Tabela 1, conforme dados dos fabricantes.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>An\u00e1lise\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>A caracteriza\u00e7\u00e3o topogr\u00e1fica das superf\u00edcies foi feita por meio do MEV, da marca Tescan, modelo VEGA 3 LMU, no laborat\u00f3rio do Instituto Federal de Educa\u00e7\u00e3o, Ci\u00eancia e Tecnologia da Bahia (IFBA). Os implantes foram fornecidos pelos respectivos fabricantes, em inv\u00f3lucros espec\u00edficos, selados e esterilizados, contendo uma amostra cada. As amostras foram retiradas da embalagem e colocadas diretamente no porta-amostras, sendo manipuladas com uso de uma pin\u00e7a cl\u00ednica est\u00e9ril e evitando a contamina\u00e7\u00e3o de suas superf\u00edcies, e sendo colocadas diretamente no MEV para a an\u00e1lise de caracteriza\u00e7\u00e3o topogr\u00e1fica de suas superf\u00edcies.<\/p>\n<p>Foram utilizados 20KV e magnifica\u00e7\u00f5es de 10 a 37mm, conforme a amplia\u00e7\u00e3o desejada da imagem. Foram obtidas imagens com diferentes magnifica\u00e7\u00f5es (10x, 50x, 500x e 1.000x). Com o prop\u00f3sito de mostrar uma vista panor\u00e2mica, passo e forma das roscas, foram usadas magnifica\u00e7\u00f5es de 10x e 50x. Para mostrar mais detalhes da superf\u00edcie, foram utilizadas magnifica\u00e7\u00f5es de 500x e 1.000x nas regi\u00f5es de topo e de vale.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Resultados<\/b><\/p>\n<p>A caracteriza\u00e7\u00e3o da superf\u00edcie dos implantes, feita por meio de MEV, mostrou diferentes aspectos nas topografias das superf\u00edcies, tanto na regi\u00e3o de vale quanto no topo das roscas, devido aos diferentes tratamentos utilizados pelos fabricantes. No Grupo I (implante usinado), onde n\u00e3o houve tratamento de superf\u00edcie, pode-se observar, em magnifica\u00e7\u00f5es de 10x e 50x, uniformidade entre as roscas do implante, regularidade superficial e topo de rosca de \u00e2ngulos arredondados (Fig. 1A, 1B).<\/p>\n<p>Em vista mais aproximada, com magnifica\u00e7\u00f5es de 500x (Fig. 1C, 1E) e 1.000x (Fig. 1D, 1F), pode-se observar, nas regi\u00f5es de topo e de vale, marcas de ferramentas caracter\u00edsticas do processo de usinagem, que conferem uma leve rugosidade \u00e0 superf\u00edcie. N\u00e3o houve diferen\u00e7a no aspecto topogr\u00e1fico entre as marcas nas regi\u00f5es de topo e de vale (Fig.\u00a01).<\/p>\n<p>No Grupo II, foi analisada uma amostra que, segundo o fabricante, foi tratada por meio do duplo ataque \u00e1cido. Nessa superf\u00edcie, em magnifica\u00e7\u00e3o de 50x (Fig.\u00a02B),<\/p>\n<p>observa-se o padr\u00e3o uniforme das roscas, com topos arredondados e regularidade no contorno das regi\u00f5es de topo e vale. Em magnifica\u00e7\u00f5es de 500x (Fig.\u00a02C,\u00a02E) e 1.000x (Fig.\u00a02D,\u00a02F), s\u00e3o observadas \u00e1reas com poros t\u00edpicos do tratamento de superf\u00edcie especificado pelo fabricante; no entanto, na regi\u00e3o mais superior do topo, s\u00e3o vistas \u00e1reas planas com aspecto misto. Usando as mesmas magnifica\u00e7\u00f5es na regi\u00e3o de vale, verifica-se um padr\u00e3o regular e homog\u00eaneo dos poros, sem evid\u00eancias de \u00e1reas planas. Em todas as imagens obtidas das amostras do Grupo\u00a0II, foram observadas as caracter\u00edsticas topogr\u00e1ficas advindas do ataque \u00e1cido, em que h\u00e1 remo\u00e7\u00e3o de material da superf\u00edcie do implante, produzindo o aspecto poroso visto nas imagens (Fig.\u00a02).<\/p>\n<p>No Grupo\u00a0III, foi analisada uma superf\u00edcie tratada por meio de jateamento seguido de ataque \u00e1cido, chamada SLA. Em vistas com magnifica\u00e7\u00f5es de 10x (Fig.\u00a03A) e 50x (Fig.\u00a03B), observa-se o padr\u00e3o uniforme das roscas, com formas arredondadas e uma leve irregularidade no contorno das regi\u00f5es de topo e vale. Em magnifica\u00e7\u00f5es de 500x (Fig.\u00a03C,\u00a03E) e 1.000x (Fig. 3D, 3F), \u00e9 observada uma rugosidade bastante acentuada, que se distribui uniformemente nas regi\u00f5es de topo de rosca e vale, n\u00e3o havendo diferen\u00e7a no aspecto topogr\u00e1fico dessas regi\u00f5es.<\/p>\n<p>No Grupo IV, foi analisada uma superf\u00edcie tratada por meio de anodiza\u00e7\u00e3o. Em vistas com magnifica\u00e7\u00f5es de 10x (Fig.\u00a04A) e 50x (Fig.\u00a04B), observa-se o padr\u00e3o uniforme das roscas, com formas arredondadas e regularidade no contorno das regi\u00f5es de topo e vale. Em magnifica\u00e7\u00f5es de 500x (Fig.\u00a04C, 4E) e 1.000x (Fig.\u00a04D,\u00a04F), s\u00e3o observados pequenos &#8220;vulc\u00f5es&#8221;, com tamanhos e alturas variados, distribu\u00eddos igualmente entre topo e vale. Se comparadas as amostras dos Grupos II e III, a do Grupo III disponibiliza uma maior \u00e1rea para ancoragem \u00f3ssea, sendo esse padr\u00e3o caracter\u00edstico do tratamento de superf\u00edcie descrito pelo fabricante.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2013\/09\/v07_n02_107_tab011.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-1355\" alt=\"v07_n02_107_tab01\" src=\"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2013\/09\/v07_n02_107_tab011.jpg\" width=\"800\" height=\"191\" \/><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2013\/09\/v07_n02_107_fig0111.jpg\"><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-1350\" alt=\"v07_n02_107_fig01\" src=\"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2013\/09\/v07_n02_107_fig0111.jpg\" width=\"800\" height=\"453\" \/><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2013\/09\/v07_n02_107_fig0211.jpg\"><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-1351\" alt=\"v07_n02_107_fig02\" src=\"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2013\/09\/v07_n02_107_fig0211.jpg\" width=\"800\" height=\"448\" srcset=\"\/wp-content\/uploads\/2013\/09\/v07_n02_107_fig0211.jpg 800w, \/wp-content\/uploads\/2013\/09\/v07_n02_107_fig0211-300x168.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2013\/09\/v07_n02_107_fig031.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-1352\" alt=\"v07_n02_107_fig03\" src=\"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2013\/09\/v07_n02_107_fig031.jpg\" width=\"800\" height=\"447\" \/><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2013\/09\/v07_n02_107_fig041.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-1354\" alt=\"v07_n02_107_fig04\" src=\"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2013\/09\/v07_n02_107_fig041.jpg\" width=\"800\" height=\"450\" srcset=\"\/wp-content\/uploads\/2013\/09\/v07_n02_107_fig041.jpg 800w, \/wp-content\/uploads\/2013\/09\/v07_n02_107_fig041-300x168.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Discuss\u00e3o<\/b><\/p>\n<p>Sabendo que a qualidade da osseointegra\u00e7\u00e3o est\u00e1 diretamente relacionada com a topografia de superf\u00edcie dos implantes dent\u00e1rios, v\u00e1rias t\u00e9cnicas baseadas na modifica\u00e7\u00e3o das superf\u00edcies dos implantes t\u00eam sido testadas durante os \u00faltimos 30 anos, partindo do princ\u00edpio que uma topografia de superf\u00edcie rugosa apresenta maior \u00e1rea para ancoragem \u00f3ssea do que uma superf\u00edcie lisa<sup>13<\/sup>.<\/p>\n<p>Apesar da rugosidade superficial ser um fator favor\u00e1vel \u00e0 biofixa\u00e7\u00e3o celular, isso n\u00e3o \u00e9 uma regra. Wennerberg et al.<sup>24<\/sup> compararam a resposta \u00f3ssea tecidual de implantes de tit\u00e2nio comercialmente puros jateados com part\u00edculas finas e grossas de \u00f3xido de alum\u00ednio. Constataram que a superf\u00edcie jateada com part\u00edculas finas produziu topografia de rugosidade m\u00e9dia, sendo mais favor\u00e1vel ao processo de cicatriza\u00e7\u00e3o do que a superf\u00edcie jateada com part\u00edculas grossas, indicando que o n\u00edvel de rugosidade deve ser controlado<sup>8,14<\/sup>.<\/p>\n<p>T\u00eam sido realizados estudos empregando diferentes m\u00e9todos de an\u00e1lise com o objetivo de avaliar as caracter\u00edsticas peculiares de cada tratamento e suas interfer\u00eancias sobre o processo de osseointegra\u00e7\u00e3o. A topografia pode ser caracterizada por meio de tr\u00eas m\u00e9todos, com diferentes objetivos. A microscopia de for\u00e7a at\u00f4mica permite observar a superf\u00edcie pr\u00f3ximo ao n\u00edvel at\u00f4mico, podendo ser utilizada com o objetivo de diferenciar a nanotextura das superf\u00edcies. A interferometria \u00e9 utilizada para an\u00e1lise de microrrugosidade em grandes \u00e1reas. O terceiro m\u00e9todo \u00e9 a MEV, escolhida para an\u00e1lises de superf\u00edcie em n\u00edvel microm\u00e9trico<sup>15,16<\/sup>.<\/p>\n<p>No presente estudo, o m\u00e9todo escolhido para caracterizar a topografia da superf\u00edcie dos implantes foi o MEV. Concordamos com o relatado por Sardinha e Albergaria<sup>17<\/sup>, que utilizaram MEV com o mesmo prop\u00f3sito do presente trabalho, por ser esse um m\u00e9todo de visualiza\u00e7\u00e3o direta, que permite escolher as magnifica\u00e7\u00f5es adequadas para cada imagem.<\/p>\n<p>De acordo com Kahn<sup>18<\/sup>, a rugosidade produzida pelas diferentes formas de tratamento de superf\u00edcie dos implantes pode ser visualizada por meio de MEV pelo mecanismo de emiss\u00e3o de el\u00e9trons gerados por um filamento aquecido de tungst\u00eanio, em ambiente de v\u00e1cuo, varrendo a superf\u00edcie das amostras e gerando as imagens. Tamb\u00e9m tem a vantagem de ser um m\u00e9todo operacionalmente mais simples, que apresenta uma rela\u00e7\u00e3o custo-benef\u00edcio favor\u00e1vel<sup>18<\/sup>. Esse m\u00e9todo tamb\u00e9m tem sido utilizado com a mesma finalidade por outros autores<sup>7,11,12,20,23<\/sup>.<\/p>\n<p>Os implantes usinados s\u00e3o considerados de primeira gera\u00e7\u00e3o. Possuem textura de superf\u00edcie suave e, por isso, s\u00e3o considerados lisos<sup>19<\/sup>. No presente estudo, na an\u00e1lise do Grupo\u00a0I, foi poss\u00edvel observar, nas magnifica\u00e7\u00f5es de 500x e 1.000x das regi\u00f5es de topo e vale de rosca (Fig.\u00a01), ranhuras ao longo da superf\u00edcie, provenientes das ferramentas utilizadas no processo de usinagem, conferindo uma leve rugosidade, caracterizando, assim, uma superf\u00edcie pass\u00edvel de osseointegra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A topografia da superf\u00edcie usinada caracterizada no presente trabalho est\u00e1 de acordo com o padr\u00e3o descrito no estudo de Silva<sup>20<\/sup>. Esse autor ainda afirmou que essa leve rugosidade possibilita uma osseointegra\u00e7\u00e3o m\u00ednima. O crescimento de c\u00e9lulas nessas superf\u00edcies ocorre ao longo das marcas deixadas pela usinagem; no entanto, esses processos biol\u00f3gicos na interface osso\/implante s\u00e3o mais lentos, pelo fato de n\u00e3o existirem reten\u00e7\u00f5es mec\u00e2nicas que permitam o embricamento \u00f3sseo. Essas superf\u00edcies tamb\u00e9m n\u00e3o s\u00e3o indutoras de maior densidade \u00f3ssea<sup>11,20<\/sup>.<\/p>\n<p>Estabilidade e torque de remo\u00e7\u00e3o s\u00e3o dois fatores importantes que, a depender de seus valores, s\u00e3o usados como indicativos de sucesso ou de insucesso no tratamento com implantes. Estudos que investigaram o efeito do tratamento de superf\u00edcie de implantes na estabilidade e no torque de remo\u00e7\u00e3o, comparando a superf\u00edcies usinadas, por meio de implanta\u00e7\u00e3o em osso de cobaias, mostraram que a superf\u00edcie usinada apresenta estabilidade prim\u00e1ria e torque de remo\u00e7\u00e3o inferior aos implantes que passaram por tratamentos de superf\u00edcies. Devido a essas caracter\u00edsticas, autores afirmam que, atualmente, o uso desses implantes encontra-se em decl\u00ednio<sup>11,20,21<\/sup>.<\/p>\n<p>Com o decl\u00ednio do uso das superf\u00edcies usinadas ao longo dos anos, surgiram v\u00e1rios estudos visando buscar evid\u00eancias cient\u00edficas que indiquem qual tratamento de superf\u00edcie produz uma topografia mais favor\u00e1vel ao processo de osseointegra\u00e7\u00e3o. Um tratamento bastante descrito na literatura \u00e9 o tratamento por meio do ataque \u00e1cido. Segundo pesquisas realizadas, o ataque \u00e1cido confere uma topografia na superf\u00edcie do implante que estimula a aposi\u00e7\u00e3o \u00f3ssea, funcionando, tamb\u00e9m, como um descontaminante de superf\u00edcie<sup>22<\/sup>.<\/p>\n<p>O segundo grupo analisado no presente estudo foi composto de uma superf\u00edcie tratada por meio do duplo ataque \u00e1cido (Porous). Na Figura\u00a02, pode-se observar uma superf\u00edcie regular, apresentando uma topografia com padr\u00e3o de rugosidade uniforme, sem as ranhuras do processo de usinagem. Tamb\u00e9m foi vista a presen\u00e7a de pequenas cavidades circundadas por micropicos afilados e, consequentemente, uma maior \u00e1rea dispon\u00edvel para o processo de osseointegra\u00e7\u00e3o. Isso confirma os achados do estudo de Ciuccio<sup>23<\/sup>.<\/p>\n<p>Autores que estudaram esse tratamento observaram que esse produziu rugosidade uniforme, favor\u00e1vel ao aumento da \u00e1rea de contato entre o osso e o implante. Ainda,\u00a0afirmaram que o tratamento com \u00e1cido torna a superf\u00edcie mais homog\u00eanea do que a usinada, e as marcas de ferramentas s\u00e3o removidas. O primeiro ataque \u00e1cido tem a fun\u00e7\u00e3o de alterar a micromorfologia, e o segundo ataque tem a fun\u00e7\u00e3o de permitir a forma\u00e7\u00e3o de uma superf\u00edcie mais est\u00e1vel e uniforme<sup>7,11<\/sup>.<\/p>\n<p>Por meio de experimentos com implantes em t\u00edbia de coelhos, Elias et al.<sup>11<\/sup> comprovaram que esses s\u00e3o indicados para coloca\u00e7\u00e3o em osso com menor densidade. Tamb\u00e9m constataram que induzem uma pequena redu\u00e7\u00e3o no tempo de cicatriza\u00e7\u00e3o, pois a morfologia facilita a ades\u00e3o e diferencia\u00e7\u00e3o celular, tornando o tempo para aplica\u00e7\u00e3o de cargas bastante inferior ao do implante usinado<sup>11<\/sup>. Entretanto, apesar das vantagens apresentadas por essa superf\u00edcie em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 usinada, foi comprovado que o ataque \u00e1cido, mesmo produzindo uma superf\u00edcie rugosa, pode n\u00e3o ser apropriado e pode afetar a resist\u00eancia do material<sup>24<\/sup>.<\/p>\n<p>A modifica\u00e7\u00e3o da superf\u00edcie do implante com o jateamento de part\u00edculas seguido de ataque \u00e1cido (superf\u00edcie SLA) torna-se uma op\u00e7\u00e3o de tratamento favor\u00e1vel, pois \u00e9 capaz de promover rugosidade semiporosa, que favorece uma forte ancoragem \u00f3ssea, se comparada \u00e0s superf\u00edcies tratadas apenas com \u00e1cido<sup>24<\/sup>. O jateamento da superf\u00edcie do implante promove macrorrugosidade na textura; em seguida, o ataque \u00e1cido,\u00a0al\u00e9m de promover microrrugosidade, elimina a contamina\u00e7\u00e3o e o estado hidrof\u00f3bico da superf\u00edcie, permitindo melhor adsor\u00e7\u00e3o das prote\u00ednas<sup>25<\/sup>.<\/p>\n<p>Uma modifica\u00e7\u00e3o no m\u00e9todo SLA, alterando a estrutura qu\u00edmica da superf\u00edcie e transformando-a em ativa e hidrof\u00edlica, permite uma osseointegra\u00e7\u00e3o mais r\u00e1pida e aumenta a estabilidade \u2014\u00a0essa superf\u00edcie \u00e9 denominada SLActive. Sugere-se, assim, que tanto a rugosidade como as caracter\u00edsticas qu\u00edmicas das superf\u00edcies dos implantes influenciam na osseointegra\u00e7\u00e3o<sup>26<\/sup>.<\/p>\n<p>No Grupo III de nosso estudo, foi analisada a topografia dessa superf\u00edcie que, segundo o fabricante, \u00e9 tratada por meio do jateamento de areia de gr\u00e3o grosso, seguido por ataque \u00e1cido. Nessa superf\u00edcie, podemos observar nas magnifica\u00e7\u00f5es de 500x e 1.000x (Fig.\u00a03) uma topografia com bastante microrrugosidades, que se interp\u00f5em \u00e0s microcavidades, distribuindo-se de forma homog\u00eanea entre topo e vale de rosca, estando de acordo com o descrito pelo fabricante.<\/p>\n<p>Conforme alguns autores<sup>24<\/sup>, essas superf\u00edcies quimicamente ativas e hidrof\u00edlicas aumentam a taxa de dissemina\u00e7\u00e3o celular e o n\u00famero de c\u00e9lulas ligadas \u00e0 superf\u00edcie, aumentando, tamb\u00e9m, a velocidade com que produzem fatores reguladores da diferencia\u00e7\u00e3o de c\u00e9lulas de forma\u00e7\u00e3o \u00f3ssea (osteoblastos), tamb\u00e9m diminuindo a atividade de c\u00e9lulas de destrui\u00e7\u00e3o \u00f3ssea (osteoclastos). As superf\u00edcies SLActive permitem uma intera\u00e7\u00e3o celular direta na primeira fase do processo de osseointegra\u00e7\u00e3o; assim, a forma\u00e7\u00e3o \u00f3ssea \u00e9 iniciada imediatamente, melhorando a estabilidade inicial, sendo essa uma vantagem em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s outras superf\u00edcies<sup>27<\/sup>.<\/p>\n<p>Em seu experimento, Buser et al.<sup>28<\/sup> avaliaram a for\u00e7a exercida na remo\u00e7\u00e3o por torque, onde foram comparadas, em cobaias, duas superf\u00edcies diferentes: uma polida e atacada por \u00e1cido, e uma superf\u00edcie SLA. Ap\u00f3s 4, 8 e 12 semanas de cicatriza\u00e7\u00e3o, foi aplicado um teste de resist\u00eancia ao torque de remo\u00e7\u00e3o. Conclu\u00edram que, aos tr\u00eas meses de cicatriza\u00e7\u00e3o, a for\u00e7a m\u00e9dia de tor\u00e7\u00e3o para remo\u00e7\u00e3o do SLA foi de 75 a 125% maior do que para os implantes polidos e atacados por \u00e1cido; isso pelo fato do implante SLA promover uma osseointegra\u00e7\u00e3o mas r\u00e1pida<sup>28<\/sup>.<\/p>\n<p>O tratamento por meio de anodiza\u00e7\u00e3o torna-se uma op\u00e7\u00e3o favor\u00e1vel para uso cl\u00ednico, por incorporar c\u00e1lcio e fosfato ao \u00f3xido de tit\u00e2nio, acelerando, dessa forma, a resposta osteobl\u00e1stica e, consequentemente, a osseointegra\u00e7\u00e3o. Com esse tratamento ocorre uma mudan\u00e7a significativa na morfologia da superf\u00edcie dos implantes, pois o \u00f3xido de tit\u00e2nio cresce em forma de pequenos vulc\u00f5es, com diferentes tamanhos e alturas, ocorrendo tamb\u00e9m um aumento significativo na rugosidade<sup>11<\/sup>.<\/p>\n<p>Essa afirma\u00e7\u00e3o est\u00e1 de acordo com o observado no presente estudo. Na an\u00e1lise do Grupo\u00a0IV (Fig. 4), vemos que a superf\u00edcie apresenta morfologia heterog\u00eanea, com pequenas cavita\u00e7\u00f5es, variando em tamanho e altura. Tamb\u00e9m observamos que essa superf\u00edcie apresenta maior rugosidade quando comparada \u00e0s amostras tratadas por meio do ataque \u00e1cido, disponibilizando, assim, uma \u00e1rea de contato osso-implante superior.<\/p>\n<p>O estudo de Elias et al.<sup>11<\/sup> \u2014\u00a0realizado com esse tipo de superf\u00edcie, em coelhos \u2014 comprova que, ap\u00f3s 12 semanas, o torque de remo\u00e7\u00e3o foi significativamente mais elevado para os implantes anodizados, se comparados aos grupos que foram tratados com ataque \u00e1cido. Resultados histol\u00f3gicos mostram que essa superf\u00edcie \u00e9 indutora, que h\u00e1 deposi\u00e7\u00e3o de osso na superf\u00edcie do implante simultaneamente ao crescimento do osso a partir das paredes do alv\u00e9olo. Ainda, afirmam que o implante que possui osseointegra\u00e7\u00e3o mais r\u00e1pida \u00e9 o com superf\u00edcie anodizada, seguido pelo tratado com ataque \u00e1cido<sup>11,21<\/sup>.<\/p>\n<p>Nosso estudo teve por limita\u00e7\u00e3o a n\u00e3o utiliza\u00e7\u00e3o de par\u00e2metros de medidas de rugosidade, realizando apenas uma descri\u00e7\u00e3o do que foi visualizado por meio da varredura das superf\u00edcies dos implantes em MEV. Al\u00e9m de nosso estudo e dos que j\u00e1 existem na literatura, mais estudos precisam ser realizados com o objetivo de avaliar a topografia das superf\u00edcies e a qualidade do processo de osseointegra\u00e7\u00e3o obtido com os diferentes tipos de macro, micro e nanoestruturas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Conclus\u00e3o<\/b><\/p>\n<p>Com base nos resultados obtidos por meio das an\u00e1lises pelo microsc\u00f3pio eletr\u00f4nico de varredura e na literatura revisada, pode-se concluir que:<\/p>\n<p>1) Todos os grupos analisados revelaram a presen\u00e7a de rugosidade de superf\u00edcie, mas caracter\u00edsticas diferentes, conforme os tratamentos empregados pelos respectivos fabricantes.<\/p>\n<p>2) A superf\u00edcie usinada tamb\u00e9m apresentou um leve grau de rugosidade, n\u00e3o podendo ser considerada totalmente lisa.<\/p>\n<p>3) As superf\u00edcies anodizadas e as tratadas por meio de jateamento seguido de ataque \u00e1cido (SLA), quando comparadas \u00e0quelas tratadas por meio do ataque \u00e1cido, apresentam um padr\u00e3o de superf\u00edcie mais rugoso e que disponibiliza uma maior \u00e1rea para contato \u00f3sseo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Como citar este artigo: <\/strong><\/p>\n<p>Paix\u00e3o AH, Rocha JRM, Botto B, Miranda DAO, Sardinha SCS. Topographic analysis of the surface of commercially pure titanium implants. Study using scanning electron microscopy. Dental Press Implantol. 2013 Apr-June;7(2):49-58.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u00bb Os autores declaram n\u00e3o ter interesses associativos, comerciais, de propriedade ou financeiros que representem conflito de interesse nos produtos e companhias descritos nesse artigo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Endere\u00e7o para correspond\u00eancia<\/b><\/p>\n<p><b>Sandra de C\u00e1ssia Santana Sardinha<\/b><\/p>\n<p>Faculdade de Odontologia da UFBA \u2013 Departamento de Cl\u00ednica Odontol\u00f3gica<\/p>\n<p>Avenida Ara\u00fajo Pinho, 62 \u2013 Canela \u2013 Salvador\/BA<\/p>\n<p>CEP: 40.110-150 \u2013 E-mail: darioperiodonto@hotmail.com<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Realizar uma an\u00e1lise descritiva e comparativa, por meio de microscopia eletr\u00f4nica de varredura (MEV), de quatro tipos de superf\u00edcies de implantes de tit\u00e2nio comercialmente puros. <\/p>\n","protected":false},"author":20,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[],"tags":[],"class_list":["post-1186","post","type-post","status-publish","format-standard"],"aioseo_notices":[],"amp_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1186","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/20"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1186"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1186\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1186"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1186"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1186"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}