{"id":1007,"date":"2013-09-13T15:07:26","date_gmt":"2013-09-13T18:07:26","guid":{"rendered":"http:\/\/bangboo.com.br\/dentalpress\/?p=1007"},"modified":"2013-09-13T15:07:26","modified_gmt":"2013-09-13T18:07:26","slug":"atendimento-endodontico-emergencial-de-paciente-com-diagnostico-inconclusivo-para-doenca-de-von-willebrand","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/atendimento-endodontico-emergencial-de-paciente-com-diagnostico-inconclusivo-para-doenca-de-von-willebrand\/","title":{"rendered":"Atendimento endod\u00f4ntico emergencial  de paciente com diagn\u00f3stico inconclusivo para doen\u00e7a de von Willebrand"},"content":{"rendered":"<p><b>Resumo<\/b><\/p>\n<p>Introdu\u00e7\u00e3o: pacientes com dist\u00farbios hemorr\u00e1gicos precisam de cuidados especiais quando submetidos a procedimentos odontol\u00f3gicos. Objetivos: fornecer informa\u00e7\u00f5es sobre como tratar um paciente com um diagn\u00f3stico prov\u00e1vel da doen\u00e7a de von Willebrand e abscesso periapical agudo no dente 23. M\u00e9todos: paciente do sexo feminino, leucoderma, 35 anos de idade, se dirigiu ao Pronto Atendimento Odontol\u00f3gico da Faculdade de Odontologia da Universidade Federal do Paran\u00e1, apresentando c\u00e1rie extensa abaixo do n\u00edvel gengival, projetando-se para o palato, tamb\u00e9m com fratura da coroa, expondo o canal radicular ao meio bucal. A aten\u00e7\u00e3o estava focada em isolar o campo operat\u00f3rio, o que n\u00e3o poderia ser feito de forma convencional devido \u00e0 extens\u00e3o da c\u00e1rie, \u00e0 prolifera\u00e7\u00e3o de tecido gengival e \u00e0s condi\u00e7\u00f5es sist\u00eamicas do paciente. Conclus\u00e3o: a estrat\u00e9gia utilizada nesse caso foi eficaz na gest\u00e3o da coagulopatia e permitiu cuidados de emerg\u00eancia a serem realizados sem complica\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p><b>Palavras-chave: <\/b>Fator de von Willebrand. Endodontia. Abscesso periapical.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Introdu\u00e7\u00e3o<\/b><\/p>\n<p>A doen\u00e7a de von Willebrand (DVW) \u00e9 uma desordem heredit\u00e1ria hemorr\u00e1gica causada por defici\u00eancia ou disfun\u00e7\u00e3o de uma prote\u00edna chamada fator de von Willebrand<sup>1<\/sup>. O diagn\u00f3stico \u00e9 feito em v\u00e1rias etapas<sup>2<\/sup>. Os testes espec\u00edficos para uma completa caracteriza\u00e7\u00e3o laboratorial s\u00e3o necess\u00e1rios para confirmar ou excluir o diagn\u00f3stico<sup>3<\/sup>. Enquanto isso, os pacientes est\u00e3o suscet\u00edveis a cuidados endod\u00f4nticos de car\u00e1ter emergencial<sup>4,5<\/sup>. Procedimentos endod\u00f4nticos podem ser desenvolvidos de forma segura e com resultados previs\u00edveis, desde que um plano de tratamento adequado seja estabelecido.<\/p>\n<p>O objetivo do presente caso cl\u00ednico \u00e9 descrever o atendimento endod\u00f4ntico emergencial de um paciente com abscesso periapical agudo e com suspeita da DVW.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Relato de caso<\/b><\/p>\n<p>Uma mulher de 35 anos de idade se apresentou ao Pronto Atendimento Odontol\u00f3gico da Universidade Federal do Paran\u00e1, Faculdade de Odontologia, com dor na regi\u00e3o superior esquerda. Um desconforto na fossa canina, de aproximadamente duas semanas, culminando em febre e dor cont\u00ednua, espont\u00e2nea e duradoura, que n\u00e3o foi aliviada por analg\u00e9sicos comuns, foi relatado. A paciente apresentava hist\u00f3rico de sangramento incessante ap\u00f3s uma extra\u00e7\u00e3o dent\u00e1ria, que exigiu hospitaliza\u00e7\u00e3o seis meses antes dessa consulta inicial. Ela apresentou uma carta do Centro de Atendimento de Medicina da Universidade Federal do Paran\u00e1 relativa \u00e0 suspeita de DVW, solicitando tratamento dent\u00e1rio e relatando que 1g de \u00e1cido g aminocaproico havia sido administrado a cada 6 horas, durante 7 dias.<\/p>\n<p>O exame cl\u00ednico mostrou fratura da coroa e c\u00e1rie extensa, expondo o canal da raiz ao meio bucal nos \u00faltimos quatro meses. Houve sensibilidade \u00e0 palpa\u00e7\u00e3o e aus\u00eancia de edema extrabucal. O exame radiogr\u00e1fico mostrou um tratamento endod\u00f4ntico pobre, limitado ao ter\u00e7o m\u00e9dio do canal radicular e radiolucidez apical (Fig. 1, 2).<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2013\/09\/Endo_v03_n01__11.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-1017\" alt=\"Endo_v03_n01__1\" src=\"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2013\/09\/Endo_v03_n01__11.jpg\" width=\"400\" height=\"375\" srcset=\"\/wp-content\/uploads\/2013\/09\/Endo_v03_n01__11.jpg 400w, \/wp-content\/uploads\/2013\/09\/Endo_v03_n01__11-300x281.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 400px) 100vw, 400px\" \/><\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2013\/09\/Endo_v03_n01__2.jpg\"><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-1018\" alt=\"Endo_v03_n01__2\" src=\"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2013\/09\/Endo_v03_n01__2.jpg\" width=\"400\" height=\"663\" \/><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O tratamento foi realizado com anestesia com mepivaca\u00edna 2% com epinefrina 1:100.000 (DFL Ind\u00fastria e Com\u00e9rcio S.A.). O isolamento absoluto n\u00e3o p\u00f4de ser feito de forma convencional, devido \u00e0 extens\u00e3o da c\u00e1rie, da prolifera\u00e7\u00e3o de tecido gengival e das condi\u00e7\u00f5es da paciente. O dique de borracha foi sequencialmente perfurado por tr\u00eas vezes, a fim de envolver os dentes 22, 23 e 24. Depois de posicionado, etil cianoacrilato (Loctite, Super Bonder Precis\u00e3o) foi aplicado entre o len\u00e7ol de borracha e o periodonto nas superf\u00edcies vestibular e palatina (Fig.\u00a03). A irriga\u00e7\u00e3o com solu\u00e7\u00e3o de hipoclorito de s\u00f3dio a 1% foi usada para desinfetar o campo operat\u00f3rio e como solu\u00e7\u00e3o de irriga\u00e7\u00e3o. Instrumentos especiais foram preparados usando limas manuais #15 e #20, conforme Kobayashi<sup>6<\/sup>, para remover o material de obtura\u00e7\u00e3o, em associa\u00e7\u00e3o ao \u00f3leo de laranja (Citrol, F\u00f3rmula &amp; A\u00e7\u00e3o). Uma lima #70 (Dentsply-Maillefer,) penetrou alguns mil\u00edmetros em dire\u00e7\u00e3o apical, seguida por lima #60 (Dentsply-Maillefer) que, ap\u00f3s ser girada no interior da massa obturadora, foi tracionada e removeu o material de obtura\u00e7\u00e3o de uma s\u00f3 vez (Fig.\u00a04, 5). Assim que o material de obtura\u00e7\u00e3o foi removido, iniciou-se uma drenagem espont\u00e2nea, que foi mantida durante alguns minutos. O canal foi completamente esvaziado utilizando-se instrumentos #15, #20 e #25 (Dentsply-Maillefer) e preenchido com paramonoclorofenol a 2% (PRP, F\u00f3rmula e A\u00e7\u00e3o) como curativo de demora.<\/p>\n<p>Uma ponta de suc\u00e7\u00e3o auxiliar serviu para controlar um leve sangramento do tecido gengival, originado a partir do trauma inevit\u00e1vel causado pelas condi\u00e7\u00f5es do dente. Cimento de \u00f3xido de zinco e eugenol (IRM, Dentsply Ind\u00fastria e Com\u00e9rcio Ltda.) foi usado para selar a cavidade (Fig. 6).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2013\/09\/Endo_v03_n01__3_a_6.jpg\"><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-1019\" alt=\"Endo_v03_n01__3_a_6\" src=\"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2013\/09\/Endo_v03_n01__3_a_6.jpg\" width=\"800\" height=\"621\" srcset=\"\/wp-content\/uploads\/2013\/09\/Endo_v03_n01__3_a_6.jpg 800w, \/wp-content\/uploads\/2013\/09\/Endo_v03_n01__3_a_6-300x232.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><\/a><\/p>\n<p>Paracetamol 750mg de 8 em 8 horas, durante dois dias; e 500mg de amoxicilina de 8 em 8 horas, durante 7 dias, foram prescritos \u00e0 paciente, a qual foi encaminhada ao departamento de cirurgia (Fig. 7), onde foi realizada uma avalia\u00e7\u00e3o adequada a fim de indicar posterior remo\u00e7\u00e3o do restante da raiz.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2013\/09\/Endo_v03_n01__7.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-1020\" alt=\"Endo_v03_n01__7\" src=\"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2013\/09\/Endo_v03_n01__7.jpg\" width=\"400\" height=\"633\" srcset=\"\/wp-content\/uploads\/2013\/09\/Endo_v03_n01__7.jpg 400w, \/wp-content\/uploads\/2013\/09\/Endo_v03_n01__7-189x300.jpg 189w\" sizes=\"(max-width: 400px) 100vw, 400px\" \/><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Discuss\u00e3o<\/b><\/p>\n<p>A DVW \u00e9 uma entidade cl\u00ednica heterog\u00eanea, com graus vari\u00e1veis de manifesta\u00e7\u00f5es hemorr\u00e1gicas. Ela apresenta diferentes fen\u00f3tipos cl\u00ednicos, sendo a hemorragia mucocut\u00e2nea o mais comum, especialmente epistaxe e menorragia. Sangramentos em outras regi\u00f5es, como no trato geniturin\u00e1rio e no aparelho digestivo, tamb\u00e9m foram relatados, mas com menor frequ\u00eancia<sup>3<\/sup>. A paciente apresentou uma \u00falcera cr\u00f4nica com sangramento ativo no membro inferior esquerdo, sangramento urin\u00e1rio e, diariamente, epistaxe e menorragia.<\/p>\n<p>Os exames complementares s\u00e3o necess\u00e1rios para confirmar a doen\u00e7a. Testes de triagem para avalia\u00e7\u00e3o inicial de coagulopatias hemorr\u00e1gicas, testes espec\u00edficos para confirma\u00e7\u00e3o diagn\u00f3stica e testes de discrimina\u00e7\u00e3o que permitem a classifica\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a, podem levar algum tempo para obten\u00e7\u00e3o de resultados conclusivos<sup>3<\/sup>.<\/p>\n<p>Apresentando infec\u00e7\u00e3o, a paciente foi conduzida para o cuidado de emerg\u00eancia do <a href=\"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/como-inserir-lasers-de-baixa-e-alta-potencia-na-rotina-clinica\/\">curso<\/a> de Odontologia, por interm\u00e9dio do Hospital Universit\u00e1rio, mas o diagn\u00f3stico da doen\u00e7a de VWD ainda n\u00e3o era conclusivo. A paciente estava sob prescri\u00e7\u00e3o de um antifibrinol\u00edtico. Cuidados especiais devem ser tomados durante procedimentos odontol\u00f3gicos, a fim de se evitar complica\u00e7\u00f5es<sup>3<\/sup>.<\/p>\n<p>N\u00e3o h\u00e1 restri\u00e7\u00f5es quanto ao uso de vasoconstritores, os quais fornecem maior tempo cl\u00ednico e conforto para os procedimentos de emerg\u00eancia endod\u00f4ntica<sup>4,7<\/sup>. Em t\u00e9cnicas de anestesia infiltrativa e intraligamentar, a administra\u00e7\u00e3o pr\u00e9via de fatores de coagula\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 necess\u00e1ria. A administra\u00e7\u00e3o \u00e9 recomendada para o bloqueio do nervo alveolar inferior<sup>8<\/sup>, em virtude da possibilidade de hemorragia na regi\u00e3o retromolar, com a presen\u00e7a de trismo e risco de asfixia<sup>4<\/sup>. A administra\u00e7\u00e3o de um antifibrinol\u00edtico foi ben\u00e9fica porque impediu hemorragia excessiva p\u00f3s-trauma para o tecido gengival hiperpl\u00e1sico<sup>7<\/sup>.<\/p>\n<p>O uso do dique de borracha \u00e9 quase obrigat\u00f3rio na pr\u00e1tica endod\u00f4ntica moderna, para fornecer campo operacional ass\u00e9ptico e para proteger o paciente contra a aspira\u00e7\u00e3o de corpo estranho ou ingest\u00e3o<sup>9<\/sup>.<\/p>\n<p>Quando as margens da raiz s\u00e3o submersas por invagina\u00e7\u00f5es dos tecidos gengivais, \u00e9 necess\u00e1rio extirpar o tecido hiperpl\u00e1sico o suficiente para expor as margens, o que n\u00e3o foi poss\u00edvel nesse caso. Um m\u00e9todo alternativo para manter o isolamento absoluto foi aplicado. O dique de borracha foi perfurado por tr\u00eas vezes, a fim de envolver os dentes 22, 23 e 24. Os furos foram unidos usando-se uma tesoura, e etil cianoacrilato foi aplicado entre o dique de borracha e o tecido gengival nas superf\u00edcies vestibular e palatal. N\u00e3o foi necess\u00e1rio o uso de grampos de isolamento, e o processo p\u00f4de ser executado da forma menos traum\u00e1tica poss\u00edvel<sup>10<\/sup>.<\/p>\n<p>O procedimento endod\u00f4ntico foi realizado removendo-se o material de obtura\u00e7\u00e3o com instrumentos especiais e um solvente, a fim de permitir a drenagem e o al\u00edvio da dor.<\/p>\n<p>Medica\u00e7\u00e3o sist\u00eamica para a gest\u00e3o da dor e da infec\u00e7\u00e3o deve ser cuidadosa para esses pacientes. Analg\u00e9sicos derivados de \u00e1cido acetilsalic\u00edlico, bem como anti-inflamat\u00f3rios n\u00e3o esteroidais (AINEs), devem ser evitados porque afetam a agrega\u00e7\u00e3o de plaquetas, quando utilizados durante per\u00edodos prolongados. N\u00e3o h\u00e1 restri\u00e7\u00f5es quanto ao uso de antibi\u00f3ticos<sup>4,11<\/sup>.<\/p>\n<p>No tratamento de pacientes com dist\u00farbios hemorr\u00e1gicos, a intera\u00e7\u00e3o entre profissional e hematologista \u00e9 um pr\u00e9-requisito para que os procedimentos ocorram em seguran\u00e7a<sup>11<\/sup>. Durante as emerg\u00eancias odontol\u00f3gicas, o conhecimento dos riscos \u00e9 essencial no processo da tomada de decis\u00e3o, uma vez que as medidas locais de controle de sangramento podem n\u00e3o ser suficientes<sup>4,12,13<\/sup>.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Conclus\u00e3o<\/b><\/p>\n<p>Cuidados endod\u00f4nticos de emerg\u00eancia podem ser necess\u00e1rios enquanto o diagn\u00f3stico de DVW ainda n\u00e3o for confirmado. Em pacientes com dist\u00farbios hemorr\u00e1gicos, os procedimentos de emerg\u00eancia devem ser definidos para interven\u00e7\u00f5es odontol\u00f3gicas seguras e previs\u00edveis. Um m\u00e9todo alternativo para se manter o isolamento absoluto pode ser utilizado e o processo deve ser realizado de forma minimamente traum\u00e1tica.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pacientes com dist\u00farbios hemorr\u00e1gicos precisam de cuidados especiais quando submetidos a procedimentos odontol\u00f3gicos.<\/p>\n","protected":false},"author":20,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[],"tags":[],"class_list":["post-1007","post","type-post","status-publish","format-standard"],"aioseo_notices":[],"amp_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1007","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/20"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1007"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1007\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1007"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1007"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/dentalpress.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1007"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}